sexta-feira, 17 de abril de 2015
quinta-feira, 16 de abril de 2015
quando se anda a pé...
Não conduzo. Ainda. Tenham lá mais um bocadinho de paciência. "Mais paciência?!", pensam aqueles que me conhecem há mais tempo. Sim, paciência. O povo não diz que a paciência é uma virtude? Vá, sejam persistentes. Um dia destes apareço em vossa casa ao volante de um carro. Em andamento e tudo! E aí, terão uma história para contar. "Esta moça esteve desde os x anos para tirar a carta. Um dia, quando eu já tinha perdido a esperança de tal coisa com os meus olhos ver, chegou à minha porta e estacionou sem bater..." Qualquer coisa assim do género. Aguardem. Isto um dia ainda vai ser uma história real.
Vinha eu das compras, daquele estabelecimento que tem mini no nome, a pé, claro está, quando uma inspiração louca começa a fervilhar-me na cabeça. Volta e meia a coisa sucede. Vou andando e escrevendo mentalmente. Às vezes até corre bem. Chego a casa, sento-me e escrevo aquilo em que pensei. Também já me aconteceu sentar-me num passeio de uma rua de Lisboa para o fazer ou o momento ia simplesmente embora. Daquelas alturas em que as palavras saltam do pensamento mais rápido do que conseguimos apanhá-las. E por ali fiquei um bocado a tentar organizá-las no papel de modo a conseguir um discurso minimamente percetível. Há ainda as ocasiões em que chego a casa e não tenho oportunidade de escrever nem paro na rua para o fazer... e o momento passa. Há sempre alguma tristeza quando penso em deixar passar um momento em que algo pedia para ser escrito. Como se algo fizesse mais sentido ou ganhasse vida para além de nós após o fazermos. Por outro lado, ler algo que alguém escreve é como penetrar um pouco nas suas lembranças, vivencias, pensamento, coração. Não é apaixonante? "Vai mas é tirar a carta e deixa-te de divagações!", dirão alguns de vocês. Paciência.
Regressava eu com os ovos, manteiga, Nestum, bolos [o meu pai que não leia isto. avisou-me várias para não comprar doces e eu a modos que prometi não o fazer. mas era uma promoção de uns bolos americanos recheados com chocolate e não resisti. já disse que estavam em promoção, não disse?] e alguns malmequeres amarelos que apanhei pelo caminho. Pensava na quantidade de km que devo fazer diariamente, com esta coisa de levar e buscar os meninos à escola, levar e buscar aos treinos, etc. Lembrava que no início do 2º período escolar, após as férias da Páscoa, os músculos das pernas doeram-me e demorei até perceber que tinha sido por ter andado menos nas férias. Desabituei-me do ir e vir, várias vezes ao dia. Quando estava em Desporto, no secundário, acontecia o mesmo após as férias de Natal e da Páscoa. Apesar de continuar a correr nas férias e a jogar à bola, as primeiras aulas de Desporto depois das férias faziam sempre mossa. Tínhamos um professor que não brincava, era a doer, fizesse chuva ou sol. No início do ano letivo fazia um determinado número de flexões, no final dele fazia o triplo. Isto deixava-me feliz. Depois havia os colegas que faziam o triplo das minhas no início do ano e acabavam com um número estonteante no final do ano. E eu lá me resignava e reconhecia que a minha força de braços deixava muito a desejar. Batia-os noutras coisas, como na resistência e na velocidade. Era craque a passar a barreiras. Ainda hoje vou a correr despejar o lixo, quando ninguém me vê. "Onde é que esta conversa toda vai parar?", pensará o querido e paciente leitor. Ora bem, cá vai.
Pensava eu, de sacola e malmequeres na mão, que a vida cristã é um treino e em como tanto custa quando paramos para descansar. Voltar é sempre mais doloroso. Exige um esforço acrescido. Um retomar. Traz desconforto. É imperativo combater a preguiça. O compromisso traz saúde. A falta dele, de forma prolongada, mata. Um pouco como o deixar de exercitar os músculos. Quando retornamos a faze-lo dói. Mas é uma dor necessária, que dá saúde. Mais do que isso, dá vida! Correr para a meta com persistência, sem esmorecer, sem pausas ou intervalos. Deus não tira sonecas. Imaginem um segundo sequer sem a Sua graça ou cuidado sobre nós. Voltemos a mexer, a correr para Ele! A maratona espera-nos e chegar à meta será incrivelmente maravilhoso.
No meio disto tudo uma amiga querida passa na estrada e dá-me boleia. Vá, a sacola pesava um bocadinho.
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quarta-feira, 15 de abril de 2015
céu
Sonhamos e ansiamos por um lugar sem dor. Sem mágoa, amargura, incerteza, tristeza, injustiça, morte. Onde não precisaremos de medir palavras, nem limpar rostos que deixam correr lágrimas. Em que não seremos magoados nem magoaremos. Almejamos o céu. Aquele lugar perfeito que é preparado para os filhos de Deus. Não para as criaturas dEle, mas para os filhos. Para aqueles que crêem que Jesus é o Filho de Deus, o Salvador. Desejamos tal lugar, mas na verdade a nossa mente é demasiado pequena e limitada para imaginarmos uma perfeição livre da nossa natureza pecaminosa. Ah... mas ansiamos pelo dia em que veremos o nosso Amado. Em que os relacionamentos e amizades serão vividos sem qualquer empecilho, sem pecado. Conseguimos imaginar tal maravilha? Vivermos sem a influência do pecado? Quero. Quero tanto.
"Your voice calmed the wind and the sea
Can you calm these storms inside of me?
Help me to stand on the promise that You are holding my right hand
Help me to know that even when I lose my grip You won’t let go
Help me believe that You will be my portion and my strength
Your voice gave the blind the gift of sight
Can you take my darkness and turn it into light?
Help me to stand on the promise that You are holding my right hand
Help me to know that even when I lose my grip You won’t let go
Help me believe that You will be my portion and my strength
You’ll be my portion and my strength
Your voice called the man out of the grave
Can You breathe new life into this mess I’ve made?
Help me believe that You will be my portion and my strength
Help me believe that You will be my portion and my strength
You’ll be my portion and my strength.”
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quando o telefone toca...
Sentir a luz do sol a entrar de manhã pela casa dentro é um dos meus momentos preferidos do dia. Uma nova manhã. Fidelidade de Deus estampada. Selo de graça carimbado. Sorrisos sonolentos a rondar pela casa. Os primeiros abraços. O cheiro a café e a torradas. Uma imensidão de oportunidades para amar e refletir o amor perfeito de Cristo. Um começo sereno.
O telefone toca. Era a minha mãe. Tivemos que nos dirigir ao hospital com o meu pai. Um momento. É tudo o que é necessário para os planos do nosso dia mudarem. Para a tranquilidade dar lugar a alguma agitação. Para vermos o curso do dia saltar-nos das mãos.
O telefone toca. Era a minha mãe. Tivemos que nos dirigir ao hospital com o meu pai. Um momento. É tudo o que é necessário para os planos do nosso dia mudarem. Para a tranquilidade dar lugar a alguma agitação. Para vermos o curso do dia saltar-nos das mãos.
Frágeis. É o que somos. Nas mãos de um Criador que tudo pode e sabe, em contraste a nós. Ainda temos a tola ilusão de que controlamos alguma coisa?
Vida. Ele a dá, Ele a tira. Tudo no Seu tempo, que dança de forma perfeita com o Seu plano tão maior que eu e tu. Somos pó. Ainda assim, Ele nos ama com amor eterno. Renova a Sua graça para connosco a cada dia que nasce. Faz o sol entrar pela nossa casa, lembrando que não há nada que O apanhe de surpresa, que está presente, sempre, a cada instante e que nEle podemos inteiramente descansar e confiar. Aquieta a tua alma e traz à memória que Ele é Deus. Deus fiel. E a agitação vai.
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terça-feira, 14 de abril de 2015
pequeno-almoço a 2.
No sábado de manhã o Jojó teve um jogo fora e a concentração era às 7:30. Por norma fazemos as maluquices todos juntos, mas desta vez fiquei em casa com o mais novo, até porque tinha coisas para preparar para o dia seguinte. Tomámos o pequeno-almoço tranquilamente. Entre uma dentada e outra partilhou histórias da escola. Aquelas coisas preciosas e importantíssimas que eles sabem contar tão bem. Seguiram-se as leituras matinais, uma chávena de café e ver um livro de infância em novas mãos, tão pequenas quanto as minhas noutra era. Porque a minha infância está tão viva em mim quanto distante. Engraçado como o facto de senti-la cada vez mais longe, "há tanto tempo atrás", não apaga os cheiros, nem as lembranças e gratidão da mesma. Como se lê no livro que o Marcos segura: "Deus cuida de mim!" Isso basta.
Lamentaçãoes 3.21-26
Entretanto disto me recordo e portanto tenho esperança:
As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, pois a suas misericórdias não têm fim. Novas são a cada manhã, grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei nEle. Bom é o Senhor para os que nEle esperam, para a alma que O busca. Bom é ter esperança e aguardar em silêncio a salvação do Senhor.
Falava hoje com um amigo da loucura que é alguém conhecer a verdade e andar longe dela ou a viver despreocupado da sua condição perante Deus, como se a nossa vida estivesse por algum segundo nas nossas mãos. Loucura pura! Somente pela Sua graça não somos consumidos.
Se por lado pensava em algo contrário à passividade, por outro, lembrava que estar quieta também é uma ação, quando esperamos no Senhor.
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doces sextas
Gosto especialmente dos finais de dia de sexta feira. Dia em que os miúdos não têm treino e que, também por isso, os finais de tarde são mais tranquilos. E sim, o fim de semana logo a virar ao da esquina. Faz-se um bolo de laranja e saboreia-se com a carícia do sol. Respira-se devagar e desfruta-se da companhia uns dos outros.
domingo, 12 de abril de 2015
exposição
A primavera chega após o Inverno. Primeiro as árvores ficam nuas para então poderem vestir-se de belas folhas ou flores, de nova roupagem. Vestes novas após largarem as antigas.
Nós somos um pouco mais persistentes ao segurar as roupas antigas antes de ficarmos nus, transparentes, aos olhos dos outros. Há um receio quase inato que nos leva por vezes a esconder, a ficar quietos, a manter a roupa, mesmo que o fardo seja mais leve quando deixamos cair as folhas. Há bênção na exposição aos outros. A transformação também passa por aí. A vida não começa nem acaba em nós mesmos. Talvez seja necessário enfrentarmos o frio do inverno, mas os primeiros raios de luz aquecerão como nunca ao afagar-nos a pele e abraçar a alma. Trazem vida. Vida nova! As folhas e flores chegam após as antigas terem morrido. Mais bonitas. Até a natureza nos mostra que é preciso morrer para realmente vivermos.
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pedaços de um sermão de domingo
Deus estava a preparar o povo de Israel para ser um povo de sacerdócio e não só um povo liberto. A história da libertação era uma história que ía além deles mesmos. O centro da história era o Deus que os libertava. O sacerdócio dos judeus é o que garante que eles são chamados a transmitir a história.
A lei deixa de ser um regulamento que esfria a emoção da aventura, mas passa a ser a orientação para a aventura. Na sua essência, a lei não vem limitar a liberdade. O seu carácter fundamental é celebrar a liberdade! A lei diz: "És livre!" Se recebemos a lei é sinal que somos livres. O povo era livre para obedecer. Por isso a lei não é limite, mas liberdade.
Na Bíblia a obediência não é algo que fazemos primeiro para obtermos algum resultado. É algo que fazemos porque os resultados já nos foram dados. Porque já tenho resultados, posso obedecer. Deus não abriu o mar Vermelho aos cumpridores da lei, Ele primeiro abriu o mar! A obediência é algo que fazemos porque Deus nos amou primeiro. Os mandamentos são a nossa liberdade, a nossa "declaração de independência".
Obedecemos porque amamos, porque somos livres.
Os mandamentos, a nossa liberdade, mudam o modo como nós vamos...
A lei deixa de ser um regulamento que esfria a emoção da aventura, mas passa a ser a orientação para a aventura. Na sua essência, a lei não vem limitar a liberdade. O seu carácter fundamental é celebrar a liberdade! A lei diz: "És livre!" Se recebemos a lei é sinal que somos livres. O povo era livre para obedecer. Por isso a lei não é limite, mas liberdade.
Na Bíblia a obediência não é algo que fazemos primeiro para obtermos algum resultado. É algo que fazemos porque os resultados já nos foram dados. Porque já tenho resultados, posso obedecer. Deus não abriu o mar Vermelho aos cumpridores da lei, Ele primeiro abriu o mar! A obediência é algo que fazemos porque Deus nos amou primeiro. Os mandamentos são a nossa liberdade, a nossa "declaração de independência".
Obedecemos porque amamos, porque somos livres.
Os mandamentos, a nossa liberdade, mudam o modo como nós vamos...
há muitas razões para pararmos no caminho para a escola.
Pelo caminho há as galinhas, as ovelhas, os cavalos, os patos, um peru e depois os que exigem um pouco mais de tempo da nossa parte.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Sobre as banalidades do dia a dia.
Juntar os filhos e uma amiga à mesa, para almoçar. Sentir-me grata pela conversa, comida e risos partilhados. A chuva cai e é vista através da janela. A música soa.
A riqueza da simplicidade tem a capacidade de fazer de uma casa um lar. Não tirei fotografias. Mas podem imaginar um risotto de espargos sobre a mesa, um vinho verde caseiro, água e taças de morangos com chocolate derretido sobre eles. Para além de nós, um gato meloso.
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quando há vida que salta das cordas.
Este filho surpreende-me a cada dia, na sua ousadia para coisas que eu nunca tive.
Gosta de música e passa o tempo a cantar, como eu. Tem jeito para tocar, como o pai. Mas há algo que é muito dele. A coragem que tem em testemunhar de Cristo através da música na sua escola. Na verdade, tal ousadia não virá dele mesmo.
São muitos os dias em que leva a viola ou a guitarra eléctrica para tocar na sala para os colegas. A prima Isaura volta e meia acompanha-o a cantar. A professora diz que gosta muito de ouvi-los e que acalmam a turma.
Certo dia, uma professora de outra turma foi embora e a professora do Jónatas pediu para ele tocar-lhe uma música de despedida. A dita senhora levou com o côro "Andam procurando a razão de viver".
Numa outra altura, receberam a visita de um padre na sala. Ele e a prima deram uma prenda ao senhor. Cantaram o cântico "Por tudo o que tens feito".
Ensina músicas e ensaia com os colegas. Formou uma banda com dois amigos. Nesta semana, segundo ele, fizeram uma versão rock do "Sê firme, sê forte".
Ontem, no regresso da escola, o Marcos contava que o mano havia dado o primeiro concerto no recreio. Alunos, alguns auxiliares e uns tantos professores juntaram-se para ouvir ele e os colegas. Tocou os coros que sabia tocar na viola e também os que não sabia. Diz que inventou as notas. As músicas do XNC, Pontos Negros e Tiago Lacrau levaram com uns acordes estonteantes.
O que me comove nisto tudo não é o facto dele tocar para outros. Não me interpretem mal, amo o facto dele gostar de música e de tocar. Mas o que mais me emociona e faz orar é o seu à vontade para falar de Deus diante de um mundo que O rejeita. Fá-lo com uma naturalidade que eu não tinha, na idade dele e que, ainda hoje, talvez não tenha. É aqui que o meu filho é exemplo para mim. No ser destemido em afirmar sem qualquer barreira aquilo no qual o seu coração crê. Sem rodeios. Preciso ser mais como ele. Oh, como preciso!
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esperança.
Feliz aquele que tem a habilidade de semeá-la.
Será provavelmente uma das coisas mais fáceis de arrancar do coração dos outros, a esperança. Uma palavra apenas pode matá-la. É também por vezes, a mais difícil de plantar ou cultivar. Somos mestres em destruir sorrisos, o contrário é uma aprendizagem, diária e vagarosa.
Para mantê-la ou fazê-la crescer no outro há que ir buscá-la à Fonte, cuja esperança nunca esgota. Afinal, a esperança que perdura é somente achada nEle e essa, ninguém nos pode tirar.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
há maneiras mais suaves de acordar, mas não era a mesma coisa.
O Jónatas é o filho que à noite mais cedo tem sono e vai sempre de bom agrado para a cama. De manhã, acorda quase com os passarinhos.
Não é raro o dia em que acordamos com o som dele a tocar viola ou guitarra. Bem, o meu marido desperta com o som de um cão a ladrar. Isto é sem dúvida muito melhor.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
livro sem palavras
Antes da Páscoa começámos a ver no culto doméstico o livro sem palavras. Lembrámos o lugar no céu que Jesus está a preparar para os Seus filhos, um lugar perfeito, onde não haverá lágrimas, nem doenças, nem pecado e onde a presença de Deus iluminará. Falámos no pecado que separa o homem de Deus e na promessa do Salvador.
Após a Páscoa e as leituras da última semana de Cristo na terra, retomámos. Com o Tim longe, em trabalho, fizemos o culto via skype. As maravilhas das novas tecnologias!
A cor vermelha lembra-nos o sangue vertido na cruz. Há poder no sangue de Cristo!
voltar.
Regressar a um lugar familiar, diferentes. Foi assim que senti.
O Timóteo nasceu aqui. Quando casámos, foi aqui a nossa primeira casa. o primeiro e segundo filho nasceu aqui. à beira deste rio passei longas tardes a empurrar um carrinho para manter o Samuel a dormir, quer estivesse um dia radioso, quer chovesse a potes. Tudo para o miúdo não chorar! [sim, foi o meu primeiro filho].
No parque deu os primeiros passos atrás dos patos e a primeira queda no escorrega. A vida parecia segura, ali.
Olho para trás e verifico como a nossa visão quanto ao futuro era tão limitada ao passado e presente. O nosso futuro devia estar sempre assente em Deus e naquilo que Ele quiser e desejar fazer connosco. Nas Suas promessas que não falham nunca. Tinha uma minha visão curta e firmada em coisas volupteis.
Olho para trás e verifico como a nossa visão quanto ao futuro era tão limitada ao passado e presente. O nosso futuro devia estar sempre assente em Deus e naquilo que Ele quiser e desejar fazer connosco. Nas Suas promessas que não falham nunca. Tinha uma minha visão curta e firmada em coisas volupteis.
Em cada canto, rua, uma memória. Doce ou mais amarga, todas fazem parte de mim, de nós. Todas serviram para Deus nos moldar de algum modo.
E estou tão grata pelo que Deus tem feito. Grata por voltar a um lugar que amamos, diferentes.
E estou tão grata pelo que Deus tem feito. Grata por voltar a um lugar que amamos, diferentes.
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