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segunda-feira, 2 de março de 2015

coisas que ficam.

Encontrar uma caixa. Abri-la. Encontrar o dominó da minha infância.
Ainda consigo sentir as peças nas minhas mãos sem nelas pegar. E por momentos volto ao chão da sala da casa dos meus pais.
Há tardes com cheiro a ontem.

sábado, 27 de setembro de 2014

conversar com o Criador


Orar de joelhos e olhos fechados, dentro de portas ou de olhos abertos, caminhando por ruas desertas. Ele está à distância de uma oração, sempre.


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

azul, branco... e verde.

Apetece andar debaixo deste céu.
 



 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

há semanas em que a saudade é desmedida e nada parece travá-la.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Verão é...

andar descalça na relva.
 


terça-feira, 26 de agosto de 2014

ir para praia quando não está lá ninguém

Deve ser das coisas que mais gosto. Estar numa praia vazia. Chegámos a tempo de ver o sol desaparecer e por lá ficámos.
 



quarta-feira, 20 de agosto de 2014

"click" na mente.


Os moinhos, ainda que estes modernos, recordam-me sempre os desenhos animados do D. Quixote que via em miúda.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

sábado, 26 de julho de 2014

começou...

e o coração ficou lá.
 





quarta-feira, 23 de julho de 2014

uma pausa, no Porto


Ver o mar armado em misterioso pela manhã e observá-lo a baixar a guarda e começar a aparecer, devagar, com o passar das horas. Ver o tempo passar e não correr. Ahhhh...



segunda-feira, 21 de julho de 2014

renovação

Resolvi ficar. Às vezes uma mãe também precisa de uma pausa.
O Tim e os meninos foram de Cascais até ao Guincho de bicicleta. Bem, pelo menos era essa a ideia. Ficaram-se por 14 Km. O Sammy ligou-me ao fim de 4 Km. "Já passámos a Boca do Inferno e o farol, mamã!", informou com satisfação. Sorri.



Caminhei ao pé do mar, detive-me a olhá-lo. Ver mar... ah! Haverá algo melhor do que encher a vista com ele?
Olho o horizonte que encerra um beijo azul. Os raios de sol espelhados no oceano. O vento acaricia-me a face. Fecho os olhos e respiro fundo. Respiro mar. Descalço os sapatos para sentir o a brisa nos pés. Leio um livro embalada pela voz das gaivotas e o som da água a tocar nas rochas. De vez em quando chega até mim uma voz humana, ora numa língua, ora noutra. É Verão. Os turistas andam aí. O olhar foge do livro algumas vezes, atraído pelo céu e mar. Ah... tanto azul! A beleza do Criador perfeito espelhada à minha frente. Como absorver tanto? Na lida diária, com os três rapazes em casa, de férias, preciso lembrar esta imagem mais vezes. Ver a beleza de Deus nos detalhes do quotidiano e refleti-la mais e mais. Sentir o vento que renova, ensina a respirar e guia na direção certa.


Na hora de ir embora, inspiro prolongadamente.
No final do dia, levo um pouco do mar comigo.