Mostrar mensagens com a etiqueta mom. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mom. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

fizémos anos.


A minha mãe, eu e o Marcos. A probabilidade de isto acontecer é minúscula, mas assim Deus quis. Fazemos os três anos no mesmo dia.
Este ano, guardo as prendas dos filhos de forma especial. O bilhetinho do Jojó [o dinheiro fui colocar novamente no mealheiro dele, sem ele ver] e o quadro pintado pelo Marcos, cujas cores, adivinhem só, foram escolhidas pelo Samuel, que é daltónico. Quando lhe perguntei que cores tinha, respondeu que só sabia que tinha preto.




E, como habitualmente, a Shana invadiu a casa e preparou-me o almoço. Há tradições que sabem sempre tão bem. Grata.


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

já tem 8, o mais pequeno.




 
O caçula cá de casa fez 8 anos, no mesmo dia em que eu e a minha mãe fazemos anos. Choveram visitas no quarto do hospital quando ele nasceu, tudo para ver a cara dos que tinham conseguido tamanho proeza.
Este ano celebrámos de forma mais tranquila. O mano mais velho enfiou-se na cama dele pela manhã e cantámos, como habitualmente, os parabéns. Seguiram-se os beijos suculentos. Ao pequeno- almoço comeu um pastel de nata com uma colher, como gosta de fazer.
O Marcos é um menino gozão e brincalhão. É sensível e meigo. Continua a inventar histórias mil com bonecos e lego e, agora, começou também a colocá-las no papel, escrevendo. O Flippy, o nosso gato, continua a ser um dos seus melhores amigos. Perco a conta à quantidade de abraços que me dá por dia. A vida sem ele não teria a mesma piada e estou muito grata a Deus por me permitir estar presente até aqui. Graça.






segunda-feira, 28 de setembro de 2015

doce mamã


Na infância e adolescência todas as minhas colegas achavam a minha mãe o máximo. Era divertida e recebia sempre com alegria os meus amigos. Estava sempre pronta para ouvir e era bom ouvi-la rir. É uma das coisas que temos em comum. Gostarmos de rir e rirmos dos próprios disparates.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

3 em 1!

Os melhores aniversários são aqueles em que não planeamos nada, mas as cosias acontecem naturalmente. O marido tira o dia de férias. Amigos preparam-nos refeições deliciosas e passam tempo connosco, outros passam por cá só para deixar uma planta e um abraço, outros aparecem de surpresa bem no final do dia, só porque tinha de ser e trazem chocolate quente.
Tanto carinho! Deus é bom.
 

Como manda a tradição cá de casa, o aniversariante foi acordado com os "parabéns a você". O Jojó descobriu à última hora que até já pode tocar a canção,  pois já sabe todos os acordes. Agora, é ver e ouvi-lo, vezes sem conta!

A Shana, tal como no ano anterior, veio fazer-nos o almoço. Simplesmente maravilhoso! E a gripe, que me atacou com todo o seu esplendor, até deu tréguas e deixou-me cheirar e saborear.
Escavações em busca de ossos de dinossauros e uma ída ao cinema para ver as Tartarugas, onde fomos os únicos na sala.





Neste dia, o aniversário é a triplicar. Mãe, filha e neto. Como diz o nosso amigo Miguel, as probabilidades de tal acontecer é de 0,0000000000000000000001%... Temos um Deus que arruma com as probabilidades.

Pão de ló, escolhido pelo Marcos. Terminámos o dia a ver filmagens de quando ele era bebé. Melhor, de quando eles todos eram bebés. O Marquitos a gatinhar atrás de uma bola com o Flippy, a rir desalmadamente, o Jojó a correr pela casa de braços abertos a gritar "Eu sou um pássaro!" e o Sammy de óculos, hiper concentrado, a fazer perguntas interessantes. Tempo, tempo... como corres veloz!


segunda-feira, 5 de maio de 2014

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

no dia 3

A minha mom e o filho caçula fizeram anos. Grata a Deus por ter a minha mãe presente e a viver perto de mim e pelo filho meigo e palhaço, para quem a vida é uma constante brincadeira feliz.
Que o Senhor me ensine a amá-Lo mais, para que melhor os possa amar também.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

para lembrar uma e outra vez

Ninho vazio. Já todas as mães ouviram a expressão. Umas já passaram pela experiência, outras ainda estarão um pouco longe dela, outras nem tanto assim. A expressão refere-se ao período após os filhos crescerem e saírem de casa.
Lembro-me de chorar quando o Samuel era ainda bebé, ao ver um episódio da série "Quem sai aos seus", em que o filho mais velho, Alex, saía de casa para ir para a faculdade. O Samuel era bebé e estava a dormir nos meus braços. Talvez as hormonas ainda não estivessem todas no seu devido lugar, mas o facto é que chorei e não foi pouco.
Ninho vazio. Às vezes esta realidade, que um dia certamente chegará, fica longe de nós, especialmente em dias mais caóticos.
Um bebé irritado devido aos dentes que estão a nascer, um xixi fora do alvo, crianças a brigar ou sem vontade de fazer os trabalhos de casa. Comida por fazer, casas viradas do avesso, roupa para lavar em escalada até à chaminé, casas de banho transformadas em piscina, marido que liga a avisar que chega mais tarde a casa. É então que gritamos, mesmo que para dentro: "Mas quando é que vocês crescem e agem como gente grande?" E eles farão isso.
- Meninos, vão brincar lá para fora, mas fechem a porta!- E eles vão fechar.
Arrumamos os quartos e descobrimos 1001 coisas pequeninas debaixo das camas. Pomos no lixo autocolantes e brindes partidos dos cereais, esticamos os lençóis da cama que parecem ter sido apanhados por um ciclone durante a noite, colocamos os brinquedos nas respectivas caixas, os livros nas prateleiras, os animais e carros nos devidos cestos. E dizemos em voz alta:
- Tentem manter o quarto arrumado até chegarem as visitas!- E assim será.
Preparamos um jantar delicioso com uma salada de agrião, um peixe cheio de especiarias e um bolo sem marcas de dedinhos na cobertura  e iremos come-lo sozinha ou a dois.
Pedimos privacidade quando estamos ao telefone, para realmente conseguirmos ouvir alguma coisa do outro lado da linha e nos concentrarmos na conversa.
- Nada de equipas de demolição, ringues de boxe, polícias e ladrões ou danças à minha volta, entenderam? Silêncio!- E vamos tê-lo.
Não haverá mais toalhas com pequenas nódoas de molho na mesa. Não precisaremos de proteger o sofá da sala com capas e não encontraremos surpresas nas cadeiras da cozinha. Não acharemos molas debaixo do sofá nem tropeçaremos em nenhum carrinho. Ninguém entornará a água ou o sumo durante a refeição nem haverá migalhas de bolacha pelo chão da casa nem papelinhos esquecidos com recadinhos ou desenhos. Não passaremos noites à beira de uma cama por causa de uma dificuldade em respirar, dor ou febre. Não encontraremos mais areia dentro dos ténis, nos bolsos dos calções ou até mesmo dentro da cama. Não teremos narizes ranhosos para limpar nem precisaremos de uma mala gigante onde guardar mil e uma dezenas de coisas e coisinhas. Não haverá papelinhos de rebuçados no carro nem a necessidade de perguntar "Já puseram o cinto?".
A voz não ficará mais rouca de tanto ler histórias nem a cara lambuçada de beijinhos peganhentos. Vamos apertar menos atacadores por dia, dar menos vezes copos de água e menos abraços. Todos os filmes estarão dentro das respectivas capas e não haverá um menino a cantar nem outro a chamar mamã vezes sem conta. Não mais nos levantaremos de noite para levar alguém à casa de banho nem para ter a certeza que estão mesmo tapados numa noite mais fria. Nada de reuniões de pais, nem treinos, nem jogos, nem festas de aniversário a cada fim-de-semana.
Imaginem só. Dormir a noite toda.  Conseguir ter uma conversa sem ninguém a puxar-nos a saia. Ver um filme do início ao fim. Estar na casa de banho sem ninguém nos bater à porta, várias vezes. Ter a roupa sempre limpa, sem nódoas. Comer um chocolate inteiro. Ter a fita cola sempre no lugar e as canetas tapadas, os sapatos alinhados na sapateira. Poder estar doente e descansar. Andar pelo quintal sem receio de levar uma bolada na tola ou ser atropelada por uma bicicleta.
Nada de risinhos no escuro do quarto, à noite. Nada de histórias mirabolantes nem beijinhos à chinês ou borboleta. Nada de joelhos para curar e desenhos colados no frigorífico. Nada de ensinar a ler e a escrever. Nada de plasticina colada ao chão. Nada de perguntas sobre Deus. Nada de abraços inesperados.
Só uma voz a gritar: Porque é que tu não cresces?
E o silêncio responde: Cresci!
 
[inspirado numa história que li há uns anos]

segunda-feira, 13 de maio de 2013

no dia da mãe




Desde que me lembro que este dia traz consigo uma mescla de sentimentos. Grata pela mãe, avó e tantas outras mulheres que Deus tem colocado no meu caminho, abençoando das mais variadas formas a minha caminhada. Igualmente grata pelos rapazes que me concedeu, que não considero meus, mas dEle.
Cresci numa igreja onde o dia da mãe era celebrado. Músicas com letras que emocionavam, poesias, rosas na mão. Recordo a minha tristeza pela minha avó e outras tantas senhoras da igreja, mais idosas, que já não tinham a sua mãe consigo. Vê-las de rosa branca na mão, em contraste com a vermelha que eu tinha, era doloroso para mim. Os anos passaram e mais algumas razões tornaram este dia desconfortável. Apercebi-me que nem todos tinham uma mãe carinhosa e presente e, mais tarde, que nem todas as que gostariam conseguem ser mães.
Li este texto da Rute. Expressa tão bem o que sinto.

domingo, 4 de dezembro de 2011

[aniversário a triplicar]

A minha mãe quando era adolescente. Grata pela sua vida, amor, paciência e coragem. [um beijo grande, mamã. sentimos a tua falta ontem. celebramos juntos depois.]

O Marcos foi a prenda mais completa que recebi num aniversário. Chegou há 4 anos atrás e foi a minha oportunidade para desfrutar ao segundo a maternidade, desde o momento do parto até hoje. Pelo maior à vontade nesta viagem de ser mãe e creio que também por uma maior maturidade. Saboriei tudo de forma mais profunda, calma, diferente.
É um menino muito meigo, sorridente, sensível, calmo, brincalhão e gozão. De ideias fixas também. Gosta de muitas coisas, mas no topo da lista estão: brincar com os manos, imitá-los em tudo, o nosso gato Flippy, jogar à bola, brincar às escondidas, fazer "letras", andar de bicicleta e trotinete, olhar os aviões no céu, inventar histórias com bonecos, sapatos, bonés, gorros e cantar. Mantém a sapateira cá de casa em constante movimento, pois passa o dia a mudar de ténis e botas. Adormece agarrado a nós e durante a noite aparece no nosso quarto. A verdade é que mesmo que volta e meia "refile", não me importo lá muito. Está a crescer. Deixai-o vir enquanto não fica grande de vez.








Iluminas a nossa vida, meu amor. A cada dia. Amamos-te muito.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

{pedaços de um aniversário}

O dia de aniversário foi passado a limpar, arrumar e a fazer iguarias para a festa do dia seguinte. Valeu a preciosa ajuda da Shana desde manhã até altas horas da madrugada e do meu dad que com o seu jeito habilidoso colocou algumas coisas em ordem por aqui. Muito obrigada aos dois. Também à sis pela ajuda matutina no sábado e ao Tiagão, por ter tomado o pequeno-almoço com os homens da casa, o meu obrigada. E à amiga Cristina que se ofereceu para fazer o bolo de aniversário do Marcos, um grande beijinho. Estava perfeito!

Apesar dos ensaios, doenças e afazeres que não permitiram a presença de muitos amigos, foi bom ter uma parte daqueles que amamos pertinho de nós. Um abraço especial a todos.

Recebi duas prendas muito especiais no dia 3. Um telefonema do meu mano, que está no Brasil e este vídeo.

E a minha foto favorita da semana que passou, aqui.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Parabéns a triplicar

O dia nasceu e hoje, eu, a minha mãe e o Marcos fazemos anos. É verdade, isto é que foi proeza!
A minha mom, quando eu era adolescente, era considerada pelos meus colegas e amigos como a mãe mais fixe e divertida. Desejo que aquela boa disposição e sentido de humor tão especial permaneçam vivos em cada dia. Obrigada por todo o amor e cuidado! Beijinho grande, celebramos juntas amanhã!



Filhote: As palavras não chegam para dizer tudo aquilo que me tens ensinado e em como enches a minha vida de coisas boas. Ensinas-me a amar sem limite a cada dia.
Com o nascimento do Marquitos, constatei o quanto tenho mudei desde o nascimento do Sammy. Incrível o efeito que os filhos têm sobre nós e a capacidade que possuem de nos moldar, até mesmo o nosso modo de estar na vida. Tornei-me mais calma , compreensiva e paciente (lá há umas excepções volta e meia) e capaz de desfrutar as pequenas coisas características a cada idade, etapa. Com o Marcos apreciei cada detalhe desde o início com alguma maturidade do que significa ser mãe. Sim, apenas alguma, pois isto de ser mãe é uma aprendizagem sem fim.
Coisas que mais amo em ti:
  1. O teu sorriso e boa disposição.

  2. O teu ar de maroto quando estás a brincar ou quando vais mexer em algo que não podes mexer.

  3. O modo como encostas a cabecinha no nosso ombro quando tens soninho e cantas a "cantiga do sono."

  4. Ver como gostas dos manos e te ris perdidamente com eles.

  5. O teu beicinho quando ralhamos e ficas sentido.

  6. A tua curiosidade por cada objecto e pelo mundo que te rodeia

  7. Ver-te a explorar...

  8. O modo como agarras o cobertor junto a ti para dormir a sesta.

  9. O sorriso que me dás pela manhã quando acordas e te vou buscar ao quarto.

  10. As tuas gargalhadas, especialmente com o mano Sammy e ver-vos a jogar à apanhada.

  11. O teu cabelo e essa franja que tanto dá para a esquerda como para a direita... (isto dava tema de conversa...)

  12. A tua pele macia

  13. Os teus abraços

  14. Dar-te beijinhos nos pés e brincar às escondidas com a almofada.

  15. Os "brrrs" que fazes com a boquinha quando estás a comer mas tens mais vontade de brincar que são sempre seguidos de um sorriso.

  16. O modo como abanas as perninhas quando estás a comer algo que gostas.
  17. Ver o teu entusiasmo com o Flippy e com os gatos em geral.

Hoje...

Alguns familiares e amigos juntaram-se a nós no final da tarde para um lanchinho. Obrigada a cada um pelo carinho demonstrado com todos nós. Foi precioso! As prendinhas foram especiais e algumas quase que me fizeram chorar (como as de uns certos meninos chamados M. e D. , o desenho do meu filhote mais velho e outras mais feitas à mão (quando postar mais fotografias de hoje logo as mostro.) Obrigada à Soraia pela ajuda durante o dia com os meninos e preparativos. (valeu!) , aqueles que trouxeram docinhos e à sis que para além dos docinhos ainda ajudou a arrumar no final da noite.
A melhor prenda veio do aniversariante: começou a andar hoje à noite, quase no final da festinha. Engraçado como apesar de ser o terceiro filho, o meu entusiasmo parece que cresce com cada um. Fiquei tão contente e emocionada! Este menino tem uma pontaria para agendar as coisas importantes, como o dia de nascer, de começar a andar... Foi especial partilhar o momento com alguns amigos queridos e ver a emoção do momento nos olhos deles também. Go Marcos!!

Agora que todos dormem e a casa está sossegada, o meu coração está cheio e grato a Deus pela família e amigos que tornaram este dia tão especial.
Shana: Bigada pelo post. Senti a tua falta...