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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Justificação pela fé
A salvação dada por Jesus Cristo é a inocência que uma pessoa culpada pode ter. A salvação de alguém não se limita à monotonia de um processo legal. Devemos enfatizar a liberdade que um criminoso sente quando goza da amnistia. Alguém que sente que foi amnistiado de um crime, passará o resto da vida agradecido, esperneando de amor por Cristo. O nosso coração fica mais aceso, pois Alguém nos declarou inocentes, sendo nós culpados.
Tiago diz que não faz sentido acreditar numa fé que não se vê em obras. Uma fé sem obras é morta. É impossível sermos salvos pela fé sem que as obras aconteçam. As nossas obras acontecem pelo selo da qualidade de Cristo.
Não somos salvos pelo que fazemos por Cristo, mas pelo que Cristo fez por nós. Porém, a salvação de Cristo pela fé gera consequências.
Não somos salvos pelo que fazemos por Cristo, mas pelo que Cristo fez por nós. Porém, a salvação de Cristo pela fé gera consequências.
Os puritanos são um poço bem fundo de doutrina espiritual!
A santidade é sinal que Cristo habita em mim e faz-me ter desejos diferentes. A santidade é uma nova identidade, um prazer e uma nova alegria.
A justificação pela fé é a doutrina que dá aos evangélicos a sua exuberância. Como um evangélico sabe que a salvação não depende do que ele fez ou faça, mas do que Cristo já fez por ele, pode pegar no microfone, sem ter de provar nada a ninguém. A certeza da salvação é uma consequência da justificação pela fé, pois mesmo vivendo vidas impecáveis, jamais estaríamos aptos para nos apresentarmos diante de Deus. A nossa certeza não é arrogância.
A justificação pela fé relaciona-se com a imputação de Cristo. Há uma imputação dupla quando a justificação acontece.
Os nosso pecados foram imputados em Cristo, por isso sabemos que o nosso problema foi tratado. A justiça completa que Ele levou à cruz e com a qual ressuscitou é imputada a nós. Somos salvos porque Cristo levou o nosso pecado sobre Ele e tem capacidade de nos imputar a Sua justiça.
A nossa certeza da salvação não é mania. É confiança de que aquilo que Cristo fez é suficiente.
[Pr. Tiago Cavaco]
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Bíblia
Começou ontem à noite a conferência com o tema "Um Rei, um plano, um povo, um Evangelho", em Lisboa.
O que eu gostava mesmo é que estivessem lá estado para sorverem tudinho. Deixo-vos alguns excertos dos apontamentos que tirei, com o desejo que as palavras sejam benção para vós, tal como foi para mim ouvi-las.
Abrir as Escrituras e submeter-mo-nos a elas é o inverso do pecado original
A autoridade da Escritura significa que todas as palavras na Escritura são palavras de Deus, de tal maneira que desacreditar ou desobedecer a qualquer uma dessas palavras é desacreditar ou desobedecer a Deus.
A Escritura tem autoridade sobre nós. E apesar de sermos seres pensantes, somos chamados a pensar submetidos à mente de Deus e não à nossa.
As sagradas Escrituras são a única, suficiente, certa e infalível regra de todo o conhecimento para a salvação, fé e obediência.
[confissão de fé baptista, 1689]
A Bíblia não surgiu na mente do homem e não é de particular interpretação. Vem de Deus e como tal só pode ser discernida espiritualmente.
A Bíblia tem uma só mensagem e uma só história.
Para o homem ganhar o que perdeu, tem primeiro de abdicar daquilo que ganhou. [Juan de Valdes]
A suficiência da Escritura significa que a Escritura contem todas as Palavras que Deus entregou ao Seu povo em cada etapa da história da redenção, e de que agora contém tudo o que necessitamos que Ele nos diga para a salvação, para confiarmos nEle perfeitamente e para O obedecermos de forma perfeita.
Se a autoridade da Escritura é um problema do liberalismo teológico, a clareza um problema do pós modernismo e a necessidade um problema para os ateístas e agnósticos, então a suficiência é o atributo mais facilmente rejeitado por muitos daqueles que se chamam cristãos evangélicos.
A suficiência da Escritura significa que a Escritura contem todas as Palavras que Deus entregou ao Seu povo em cada etapa da história da redenção, e de que agora contém tudo o que necessitamos que Ele nos diga para a salvação, para confiarmos nEle perfeitamente e para O obedecermos de forma perfeita.
Se a autoridade da Escritura é um problema do liberalismo teológico, a clareza um problema do pós modernismo e a necessidade um problema para os ateístas e agnósticos, então a suficiência é o atributo mais facilmente rejeitado por muitos daqueles que se chamam cristãos evangélicos.
[Kevin DeYoung]
Pr, Tiago Oliveira
Pr, Tiago Oliveira
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
conferência Fiel
Dias gastos a escutar as escrituras, a ouvir atentamente a voz de Deus. Ouvir o Pr. Franklin Ferreira e o Pr. Paul Washer foi avassalador. Na realidade acho que não encontro palavra que o descreva melhor. No último dia da conferência tive um leve, muito leve gosto do que deverá ser passar por um avivamento dado por Deus.
O Evangelho da Bíblia pregado de forma fiel e profunda por homens humildes que entendem o que Deus é e o que nós somos. Que possuem uma paixão e gratidão ardente pelo Mestre que transborda para fora de uma forma perfeitamente visível.
O Evangelho é simples na sua essência, apesar de ser complexo ao ponto da busca da sua compreensão profunda jamais chegar ao fim. É poderoso. Poderoso para salvar o homem miserável.
Um contraste gigante com o evangelho barato e superficial que se vai espalhando ao nosso redor nos dias de hoje. No Evangelho fiel há poder garantido na Palavra que transforma. O completo em contraste com o vazio e oco. Uma amiga descreveu muito bem o que também eu sinto. Estou minúscula. Olhar para Deus, para tudo o que Ele é e contemplar a Sua glória, santidade, justiça, total perfeição, deixou-me assim. Um micróbio. Posso apenas depender e olhar mais para o Rei da glória e implorar misericórdia.
O cristão tem uma nova natureza, é uma nova criatura. Tem um gosto exclusivo por justiça e o seu coração tem sido de tal modo alargado que nada neste mundo pode satisfaze-lo. E se alguém lhe tirar tudo, não será esmagado. O Único que o pode preencher é Deus. O Único que o pode tornar completo é Cristo. Quanto mais conhecer acerca dEle, mais as suas afeições irão brotar e crescer. Mais separará tudo o resto para estar com Ele.
Quantas vezes Adão e Eva pecaram antes serem expulsos do jardim? O que é que eles fizeram? Qual foi a consequência? A humanidade foi castigada.
Não fomos salvos do pecado, mas da ira de Deus. Fomos salvos de Deus, por Deus e para Deus.
Na cruz, justiça e amor encontraram-se em harmonia.
Na cruz, justiça e amor encontraram-se em harmonia.
Amar a Deus de todo o nosso coração, com toda a nossa alma e toda a nossa força. Em nenhum momento da nossa vida conseguimos cumprir isto. Em momento algum da história um homem amou o Senhor com todo o seu coração, alma e força. Mas em Jesus não houve um único momento em que isso não acontecesse. Ele fez com a Sua vida algo que nenhum homem conseguiu fazer em toda a história humana.
Viver uma eternidade no céu tornar-se-á algo aborrecido?
Eternidade é igual a um Deus infinito, de infinita glória. De tal maneira que, ao fim de mil eternidades ainda não conseguimos começar a ter um pequeno vislumbre do início da Sua beleza, nem começámos ainda a compreender a o Evangelho.
Eternidade é igual a um Deus infinito, de infinita glória. De tal maneira que, ao fim de mil eternidades ainda não conseguimos começar a ter um pequeno vislumbre do início da Sua beleza, nem começámos ainda a compreender a o Evangelho.
-Pr. Paul Washer-
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
perdão
[Mateus 18: 15-35]
Perdoar...
* é uma acção desvinculada do passado. o perdão não olha para trás. não resgata nada do passado.
* é uma acção que se renova. tenho que estar sempre cheio de disposição para perdoar. não há limite para o perdão.
* motiva a humildade. quem não perdoa está cheio de orgulho.
* é o mover do coração na direcção do devedor contrito. é o compadecer-se do outro. é amar. quem perdoa não olha para ofensa, mas sim para o ofensor, deixando os seus direitos e reputação, lembrando que Jesus não olhou para Si mesmo, foi até ao fim, morrendo na cruz por nós, pecadores.
* é estar livre para conceder liberdade plena ao devedor. proporcionar um novo viver. começar nova relação. mas só Deus pode remover a culpa.
* é o mais sublime dever do cristão. Se Deus nos perdoou com o sangue do Seu Filho, como poderemos nós negar perdão a alguém? Quando exercitamos o perdão estamos a ser semelhantes a Cristo.
Não perdoar...
* é esquecer que Deus foi e é diariamente misericordioso para conosco.
* decidir encarcerar duplamente o devedor contrito. aprisionar. deixar o sol colocar-se sobre a nossa ira.
* causar perturbação à comunidade inteira. [um pouco de fermento leveda toda a massa].
* é a maior prova de ingratidão para com Deus. é uma incoerência e falta de compaixão. quem se nega a perdoar desonra a Deus, que é rico em misericórdia.
[Jaime Marcellino, Conferência Fiel]
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
Conferência Koinonia
Realizou-se em Sines, no feriado e tal como o nome indica, foi um dia cheio de comunhão com amigos queridos da minha e outras igrejas. São dias assim que nos fazem pensar quão maravilhoso vai ser estarmos um dia juntos no céu a louvar o nosso Deus. 








Após a reunião da manhã e do almoço em conjunto fomos passear até à praia. Mar... tenho saudades de estar perto dele mais vezes. O Sammy e o Jojó vibraram com a água e não queriam vir embora. Fiquei realmente feliz em ver o entusiasmo deles e das restantes crianças. Depois da reunião da tarde, o Paulo voltou à praia com os miúdos todos. O Sammy quando regressou disse-me: "Fui ao banho todo nú!"














Depois de meia hora com umas sandálias na mão a tentar decidir cor, número e modelo, eu, a Nádia e a Kelly fomos para a caixa afim de pagarmos o sapato maravilha. Foi então que, meia horita depois e já na caixa, que pusémos em prática o "encorajamento" e voltámos a repor as sandálias na prateleira, saindo com as mãozitas nos bolsos.



O meu mano foi o pregador em ambas as reuniões. Ouvimos falar sobre encorajamento. Não queremos ser crentes "do bota abaixo". Cá vai o "factor Barnabé" ser posto em prática: Foi uma benção, maninho! (e esta foi a opinião de todos) E... senti a tua emoção e desejo de estar "lá em cima" com Cristo, após o visionamento do vídeo do "comboio" (senti o mesmo.)
O dia terminou com um testemunho e um concerto musical ("Os Fundação", a Elsa, o coral Moisés e um grupo de ingleses) Tinhamos previsto ficar a dormir na casa do meu mano, mas os miúdos estavam tão exaustos que achámos melhor voltar e guardar a dormida para uma outra vez (fica prometido, para breve!) Fica a melhor do dia pelo Pedro Henrique, enquanto eu estava a dar de mamar ao Marquitos. "Eu também bebo leite. (pausa) Já feito."
O dia terminou com um testemunho e um concerto musical ("Os Fundação", a Elsa, o coral Moisés e um grupo de ingleses) Tinhamos previsto ficar a dormir na casa do meu mano, mas os miúdos estavam tão exaustos que achámos melhor voltar e guardar a dormida para uma outra vez (fica prometido, para breve!) Fica a melhor do dia pelo Pedro Henrique, enquanto eu estava a dar de mamar ao Marquitos. "Eu também bebo leite. (pausa) Já feito."
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Conferência "Socorro, deixem-me namorar!" (21 Julho)
Era algo que desejava fazer há já alguns anitos... As pastas ficaram à maneira...mas só há 1 rosa!
Pessoal de Ponte de Sõr. Foi muito bom rever-vos!
Jovens de Sesimbra. Foi bom conhecer-vos. Até à próxima!
A todos os adolescentes e jovens, de diferentes locais, que estiveram presentes na conferência e a todos os que me têm contactado desde então, espero de coração que Deus tenha falado e que lembrem sempre que Nele, vale realmente a pena esperar! God bless!
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