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sexta-feira, 18 de março de 2016

hope

Pode voar... quando assente em Cristo.





terça-feira, 26 de janeiro de 2016

o lado tranquilo das manhãs no parque das nações


Deixar a avenida principal cheia de prédios altos, escritórios, comércio e trânsito e ir em direção do rio. De manhã, enquanto o mundo ainda não desceu até lá e a tranquilidade ainda é possível. O barulho vai ficando longe devagar, como a banda sonora de um filme em final de cena e sou como que levada para uma realidade alternativa, logo ali, apenas a uns metros da confusão urbana. Ainda esta semana lembrava com um amigo como era toda esta zona e arredores antes da Expo 98. Foi há séculos atrás, não foi? Deixo-me levar pelo rio e vou, sem dali sair.








sexta-feira, 13 de março de 2015

à beira do rio.



Com os dias amenos a aparecer a beira do rio enche-se de pessoas a passear, a ler, a conversar ou simplesmente esticadas ao sol. O sol torna as pessoas mais bem dispostas. É um facto. Ouço mais gargalhadas do que o normal.
Tenho o hábito de procurar um canto mais pacato e ali ficar a ler, escrever ou a olhar o azul do Tejo. As gaivotas estavam especialmente amigáveis neste dia.

quinta-feira, 12 de março de 2015

sábado, 8 de novembro de 2014

correr, olhar o arco íris, escrever e cantar à beira do Tejo











Há tardes que podiam se prolongar. Horas em que a voz de um menino de caracóis soa límpida ao pé do rio, sem receio. Em que o horizonte brinda-nos com um arco-íris que beija as nuvens e a água e onde o entardecer é embalado por gaivotas preguiçosas. Sim, há momentos em que o tempo podia abrandar.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013