Mostrar mensagens com a etiqueta Dina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dina. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

amigas.

A Dina é uma amiga que me conheceu ainda antes de me ver ao vivo, através do blog e do meu irmão. Estou muito grata pela nossa amizade, pela forma como tem amadurecido ao longo dos anos e pela inspiração e encorajamento que tem sido para mim. É uma amiga que tem sempre a casa e o coração aberto para nós e a distância física encurta-se sempre que possível para o abraço acontecer.
 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

na hora de ir embora...

Há amigos que abrem a sua casa sempre com muito carinho, o que torna a despedida num momento menos desejado.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

o salgueiro e o rio

Gosto muito de salgueiros. De me abrigar debaixo deles e olhar a dança dos seus ramos, que sempre nos procuram. Este, em Santa Comba, era enorme. Lindo!
 








 [foto acima tirada pelo Tim]





a morada indesejada

Em Santa Comba Dão, a Dina levou-nos à casa onde viveu Salazar.
Poder-se-ia pensar que esta seria um museu, mas a verdade é que é um local de visita escondido. Um conjunto de casas e jardim abandonado, como que castigando o homem que já não está entre nós. Ao que parece, já se tentou fazer algo ali, mas alguns pensam que seria honrar o ditador e tal, não é muito bem aceite. Assim sendo, é mais uma casa a degradar-se, que passa despercebida aos olhos de quem não sabe.








segunda-feira, 19 de agosto de 2013

caminhando...

Depois de termos estado na ciclovia à noite, a olhar o céu, na noite da chuva de estrelas, voltámos no final de um dia. Desta vez não nos deitámos no chão. Caminhámos pausadamente sobre ele.









[em Treixedo]

junto ao rio

Em Treixedo, o rio Dão era muito procurado nos Verões antigos. A nossa amiga Dina contou que as crianças e adolescentes da aldeia iam juntos para lá nas tardes de Verão. Tempos cheios, em que a aldeia tinha um outro ritmo.
Agora, o rio é mais solitário. Ainda assim, consegui imaginar as vozes alegres de outrora que nele brincavam. Vozes que lembram que nada se repete, apesar do rio ser o mesmo.