Mostrar mensagens com a etiqueta saída a dois. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta saída a dois. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

{saída a dois}

Eles gostam sempre muito destas "saídas a dois" e eu também me delicio com elas. Desta vez a viagem foi de comboio e os olhos do meu filhote grande mantiveram-se o mais abertos possíveis. Pestanejar, sim, mas rápido para não se perder pitada.
Gostava de fazer uma viagem de comboio demorada, por montanhas e cidades várias. Um desejo de adolescência que não foi concretizado, continuo à espera do momento certo. Mochila às costas, livros, música, caderno e caneta para escrever. Hum... e as histórias que se escrevem numa estação de comboios? Porque a vida é feita de viagens. Planeadas, inesperadas, solitárias, a dois ou em grupo, sem destino ou com um trajecto defenido. Viagens que marcam e nos moldam.

Também gostava de visitar o Punffing Billy na Austrália. Os comboios antigos atraem-me. Pena este ficar um bocadinho "fora de mão"... Ficam as imagens.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

{saída a dois}

Já há muito que estava prometido. Não foi exactamente o que tinha idealizado, mas correu muito bem. Eu e o filho mais velho fomos ao cinema ver "A Idade do Gelo 3" a 3D, com direito a ice tea e pipocas. Gostei do filme. Um dos bons exemplos de que indivíduos totalmente diferentes podem ser amigos para a vida. Quem disse que a amizade só surge quando há compatibilidades? Também, mas, a meu ver, vai bem mais além disso. O entusiasmo e nervoso miudinho do Sammy era bem visível e fez-me sorrir. Lembrei-me do meu próprio entusiasmo quando ía ao cinema em pequena com a minha madrinha ou com o meu irmão. Lembro-me até hoje dos filmes que vi e de algumas situações que vivemos juntos.
Gosto destas saídas a dois. Das conversas, partilhas e disparates que surgem naturalmente. Da atenção personalizada que me permite dar e de ver em como eles apreciam estes momentos a sós e a atenção exclusiva que recebem. Mas mais do que isso, gosto de testemunhar
a alegria do reencontro com os manos e o desejo de desbobinar tudo o que viveram longe deles. Sim, não tenho dúvidas, ter manos é muito bom!