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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

vírus à solta cá em casa. mantenham-se longe!







Desde domingo que um vírus manhoso anda por cá. Insistente, meio discreto em alguns momentos, intenso noutras horas. A cafeína tem sido minha amiga nas noites de vigília. Ontem, ao fim do dia, fui apanhada também. Se há coisa que custa é estar doente quando os filhos também estão. Estamos juntos, um minuto de cada vez. Entre pinturas, leituras e filmes, sabe sempre bem ir lá fora ao final do dia e ver a vida a acontecer lá fora. Respiro pausadamente e sinto o ar fresco com o Flippy sempre atrás de mim. Espreito pelas janelas e penso no tanto que aconteceu dentro de portas num só dia. A mesa com pingos de tinta, a louça por lavar, os livros e construções de lego espalhadas pela casa, as camas desarrumadas. Vestígios de vida que pulsa lá dentro. Abraço tudo.




segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

quarta-feira, 22 de julho de 2015

miscelânea

 
Não tem faltado movimento aqui por casa nestas últimas semanas, apesar de sermos menos à mesa. Os filhos mais novos estiveram num acampamento e agora, está o mais velho por lá. Entre ídas e voltas, levar e buscar, trouxemos meninos felizes pelo tempo passado longe de casa e uma amigdalite. Amizades fortalecidas e novas criadas. O Jónatas conta-nos entusiasmado a vida de Charles Stuart, lembrando cada detalhe, ajudado pelo Marcos. Também recorda que o pastor no acampamento disse que devemos chorar com os que choram e ficar alegres com os que estão alegres. É isso mesmo, filho. Tudo seria mais simples se assim fosse.

 


Com menos filhos e amigos dos filhos em casa, iniciámos a aventura que as paredes há muito pediam: pintura. Isso e arrumar a garagem, que, acreditem, foi um desafio interessante, ultrapassado a três: eu, o Tim e o Sammy. Nas pinturas, tem nos valido o meu pai e a sua generosidade. Tem andado com as mãos nas tintas e nos rodapés, tirando os antigos e colocando uns de cara nova e lavada e, mais importante, inteiros.
A casa está de pantanas, tal como manda a regra a quem se mete nestas andanças. Esvazia-se um quarto e fica tudo virado do avesso, enquanto se reorganiza uma catrefada de coisas. Mexe-se em desenhos dos miúdos guardados e tem-se aquela sensação estranha que foram feitos há tanto tempo atrás. [Isto há de dar outro post.] Diz-se adeus aos desenhos nas paredes dos quartos dos miúdos, dá-se umas quantas coisas e, vejam só, guardam-se outras a pensar nos netos. Eu disse "netos"?! Deve ser um sinal que sinto a vida avançar. Arrumar tem destas coisas. Vemos que os dias foram breves instantes e que o futuro não tarda. O Verão tem também este efeito em mim. Sempre que chegam as semanas de acampamentos vejo a vida a passar-me diante dos olhos. Tremo. Agradeço. Confio. Limpamos portadas, janelas, paredes, o exterior da casa e lavo de alguma maneira o meu interior. Serve de terapia. Abraço objectos que destilam memórias de momentos bonitos, de pessoas queridas. Limpo o pó e sorrio, abrindo porém novos espaços. Sem medo. Porque a vida é tão larga e cabe tanto cá dentro!





E há intervalos para saborear um gelado de morango caseiro e olhar a luz que entra num quarto vazio, apontando o caminho, iluminando, dando esperança e aliviando o cansaço. Depois, termina-se o dia com bons amigos perto do mar.


domingo, 10 de agosto de 2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014

we love t-shirts!

Vamos pintar t-shirts? Vamos!
Desde a semana passada que os pensamentos e conversas dos miúdos giram à volta do mesmo, a semana de acampamento de crianças no ABS. Até já houve quem quisesse começar a fazer as malas! Temos muito tempo ainda. Falam da programação, do que querem levar e vestir, da sineta, de histórias de acampamentos passados, dos beliches onde dormirão, das pessoas que lá estarão. O carinho que nutrem por este lugar traduziu-se nas camisolas. Sorri.
 

 







sexta-feira, 16 de maio de 2014

é...




Passámos o final  da tarde do dia de ontem na escola, juntos, a comemorar o dia da família. Descobri o Jojó, que insistiu em ir connosco, apesar de ainda não estar totalmente recuperado da amigdalite, a escrever: "A minha família é bonita." Sorri e abracei-o. O Jónatas tem esta capacidade de expressar sentimentos, sem muitos rodeios.
Estou muito grata a Deus pela família que me tem dado. Não só a que vive comigo cá em casa, mas também por aquela mais alargada e pelos amigos que são família. Sim, juntando todos, temos uma família numerosa. Não é uma família perfeita, mas a benção e alegria que trazem à minha vida são incontáveis. A família é uma coisa boa.

dia da família na escola

 






segunda-feira, 1 de outubro de 2012