domingo, 21 de fevereiro de 2010

fazer um livro...

Gosto de livros. Grandes, pequenos, com ou sem imagens, com ou sem palavras. Gosto de ler histórias para aos meus filhotes e de levá-los a sonhar através das páginas de um livro. Umas das coisas que mais gostamos de fazer juntos, é fazer livros. Há diversas maneiras de o fazer. Esta é talvez a mais simples. Cada um fez um ou mais desenhos numa folha branca A4 ou colagens. Juntámos os desenhos e inventámos uma história. Fizémos a capa e unimos as folhas com lã. E já está! Um livro com uma história e ilustrações originais, com um valor muito especial.
Uma espreitadela por algumas das folhas...



Vejam como fazer diferentes tipos de livros ou mini scrapbooks aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Tenho muita vontade de experimentar alguns deles.

{risos+almondegas+balões+construções+café+raposa}

O fim-de-semana de Carnaval foi passado entre filmes, pizza, pipocas, trabalhos manuais, almoços em família, cinema com os filhotes, cinema a dois e pausas para conversar, escrever e ler no Starbucks com o meu amorzão.
Vimos o filme "Chovem almondegas" com os miúdos. No final, o Jojó olhava para o céu e perguntava: "Vai chover comida, mamã?" Tenho a certeza que ele iria gostar.Em casa, vimos o filme "Up" e perdemo-nos nos sons da floresta de "Le renard et l`enfant", entre pizza e pipocas.


Os miúdos, inspirados no filme "Up", encheram vários balões e tentaram construir um balão de ar quente. Depois de algumas tentativas, o Sammy resolveu-se por um mais simples e fez este. Mais fotos aqui.

Foram dias simples e bonitos.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

{cor e sonhos...}

Nestes dias de sol e chuva, foi um brinde que me fez sorrir...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

{o regresso}

(Na semana passada, num dos dias em que visitei o meu pai no hospital, perdi-me um pouco pela baixa pombalina.)Hoje andei a pé por Lisboa, coisa que já não fazia há algum tempo. Cidade onde nasci e cresci, que aprendi a amar desde muito cedo.
Esta tarde achei a baixa pombalina muito diferente, deserta até, comparada com as pessoas que nela se cruzavam há uns anos atrás. Foi como estar a olhar a cidade com uns olhos totalmente novos, não reconhecendo muito do que via.
Em miúda passeava por ela às compras com a minha mãe e entrava em lojas como "O Balão". Com o meu pai ía aos bancos, à Papelaria Fernandes e comia um bolo numa pastelaria na rua do Ouro, que ainda existe. O meu irmão levava-me a ver filmes no S.Jorge ou no Condes e às Amoreiras, onde via gente da televisão, Levava-me a comer um prato de caracóis ou um prego no Palmeira e procurava os autocolantes que me faltavam para acabar as cadernetas do "Alf" e da "Batalha Final" ou um certo livro de "Os Cinco" em segunda mão nos alfarrabistas. Com a minha avó chegava até à Academia dos Amadores de Música e no caminho comprávamos lapiseiras e borrachas de cheiro e comiamos uma sandes no Terminal. No Inverno, nos dias de chuva, chegávamos sempre molhadas e a rir e a D. Laurinda, a senhora que sempre estava à entrada da Academia, sorria-nos. Com algumas colegas de escola, que moravam em bairros como Alfama e Castelo, conheci escadarias e zonas onde, de outra forma, dificilmente chegaria. Entendi então o que significava caminhar em passeios onde só cabia um pé (pequeno), enquanto nos tentávamos equilibrar levando com a roupa do estendal do vizinho na cabeça. Mas a cumplicidade com estes, os vizinhos, o bater muito próprio de cada largo e de um viver diário em conjunto foram-me apresentados.
Em miúda, dava milho aos pombos na Praça da Figueira (quando ainda não me tinha sido dito que eles contribuíam para a degradação dos monunmentos) e, na Rua Augusta, olhava com admiração o "homem estátua" e os cães que dançavam ao ritmo de uma cassete colocada num velho gravador. No Natal, percorria de carro as ruas com os meus pais e alguns amigos da igreja e olhava fascinada as árvores iluminadas da Av. da Liberdade. Quando era adolescente andava pelas ruas com um entusiasmo diferente. Gostava de caminhar entre pessoas e estilos vários, de reconhecer os cantos, locais, lojas e até as pessoas que nelas trabalhavam e sentir que estava na minha cidade, que a conhecia e que, de alguma forma ela me conhecia a mim. Tinha prazer em sentar-me em bancos na rua e escrever, de observar alguma personagem mais caricata e escrever sobre ela. De olhar o rio enquanto ouvia música e sonhava. Gostava de procurar uma determinada revista de música numa pequena livraria da Av. da Liberdade com a Nessa e livros e cd`s na Valentim de Carvalho. Admirar tatuagens numa certa estação de metro e o artesanato da Rua Augusta. Demorar-me a ver um desenho ou pintura a tomar forma ao som de um violino desafinado ou de um acordeão tocado por um rosto marcado, tão bem conhecido. Comer um gaufre quente na Rua Augusta, beber um batido na lua de mel, lanchar com a Shana numa pastelaria colada ao elevador de St. Justa, procurarmos por lojas específicas, irmos ao celeiro ou colecionarmos porta-chaves das inúmeras associações que nos abordavam pela Rua Augusta fora. As saídas com amigos, comer bolos quentes de madrugada numa fábrica no Gil e por aí fora. Mais tarde veio o trabalho.

Alguns cantos, lojas e cafés permanecem, outros, nem por isso. Os cyber-cafés e o restaurante Hard Rock chegaram.
Oh... e o entardecer na cidade? Os candeeeiros e as montras a iluminarem-se, anunciando o quase final de mais um dia... As pessoas a apressarem o passo para não perderem o barco ou autocarro de regresso a casa, as sombrinhas que se cruzam nos dias de chuva, o fado que soa na subida para o Chiado.

A cidade continua bonita, peculiar, com uma cara marcada pelo tempo, mas diferente. Pareceu-me ter outro ritmo e o anoitecer teve sem dúvida outro sabor. O entusiasmo que senti ao percorrer as suas ruas foi novo, até porque foi a primeira vez que o fiz com um termo do Starbucks na mão, saboreando um delicioso caramel macciatto.
Penso que a cidade mudou, sem dúvida. Mas é mais do que isso. Eu mudei.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

{acordando}


Depois de uma noite com a sis aqui, ao vivo (on line) toda a noite até às 7 da manha, tentamos acordar devagar... combatendo a velocidade da minha sobrinha Isaura que não nos deixa outra alternativa senão mesmo a de acordarmos!
Foi uma noite em cheio (sem intervalo) a falar com um bando de teens, com muita gargalhada à mistura. Mas agora... por favor, venha lá a noite que eu preciso de me esticar... e dormir.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

{de olho aberto}



A sis e eu esperamos com espectativa pela noite em que estaremos ao vivo no Contra a Maré, fazendo algo especial para os crazy teens da igreja. Junta-te a nós! Precisamos de audiência para nos mantermos acordadas!...

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

o jogo que não passou na tv...

No domingo fomos ao primeiro jogo da vida do Samuel. Falo de jogo em torneio, claro. O seu entusiasmo era mais do que evidente. No dia anterior perguntava-me: "Amanhã é jogo a sério, não é mamã?", "E vai muita gente ver, não vai?" "E vai dar na televisão?"
O resultado foi 1-20, a favor da equipa adversária. Dificilmente esqueceremos. (he!)





sábado, 6 de fevereiro de 2010

Há dias difíceis.
Há dias em que sentimos ainda mais a falta daqueles que estão longe.

e vivam os 4 anos!

Sorridente, brincalhão, carinhoso, sensível, prestativo, comilão, cheio de vida e música... um abracinho grande da mamã.

parabéns Nessa!

Estas foram tiradas do baú e olha que fui muito generosa na escolha, viu? Há por aqui umas tantas que deixariam muitos a pensar na nossa sanidade mental.
Um abraço muito apertado. Vou continuar por perto, sempre! E toma lá esta outra vez.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010



Esta boina foi feita pela sis e tem-me mantido a cabeça quente nos dias mais frios. E dado que a caixa com os meus gorros e boinas foi tão bem guardada que ainda não a encontrei este Inverno... foi realmente muito benvinda.

Igualmente benvindas foram as oreo mint que a amiga Dina me trouxe na bagagem. As minhas pausas, quando me é possível tirá-las, têm sido sem dúvida mais saborosas.E não é tão boa esta sensação de sexta-feira que paira no ar semana após semana? Oh... o fim-de-semana está à porta e as pessoas parecem sorrir mais. Por aqui espera-se levar os filhos à música, ao futebol e a uma festa de anos. Depois há reuniões, rever a lição da Escola Dominical, um pequeno-almoço com a sis e a visita a uma menina que faz anitos (espero...).

Para si, um bom resto de sexta-feira.

{hope}

Ontem vi um menino de olhos verdes que já não via há alguns anos. Bem, na verdade já não é um menino, mas tem o mesmo sorriso com que antes me fazia perguntas curiosas (algumas difíceis) e me contava histórias e falava dos seus sonhos. Gostava de ouvi-lo, de sonhar com ele. Volta e meia pensava nele e tinha vontade de o procurar. Foi bom receber um abraço. Se por acaso estiveres a ler isto, esta música é para ti: "You are loved!" (a tradução deixa um pouco a desejar...)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

numa de autocolantes...

Temos um novo quadro de tarefas. É mensal e está na porta do frigorífico. Juntos, estipulámos algumas tarefas, desafios ou algo que as crianças podem fazer ou aprender. Cada vez que uma tarfa é feita ou um desafio superado colocamos um destes autocolantes da foto abaixo no calendário. Também decidimos juntos acerca de algumas recompensas. Assim, cinco autocolantes darão direito a uma noite de pizza caseira, em que cada um poderá escolher os ingredientes que mais gosta. Dez autocolantes garantem uma ída ao Parque dos Piratas (sim, eles gostam!) e 15 autocolantes uma tarde de cinema. (em cheio Dina!)

E continuando numa de autocolantes... a Shana e o Miguel ofereceram este livro ao Sammy, que traz um poster com a "árvore da reciclagem". Cada vez que colocam algo para reciclar podem colar um folha na árvore. Quando a árvore tiver todas as suas folhas plantaremos uma árvore a sério no jardim. Eles já reciclavam... agora reciclam com mais frequência...


Feliz mês de Fevereiro!

Espero ter oportunidade de fotografar em algum canto do país este fim-de-semana... Estou a precisar... I wish...