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terça-feira, 2 de setembro de 2014

há semanas em que a saudade é desmedida e nada parece travá-la.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

cumplicidades



O que fazer com a vontade gigante de manter sempre perto aqueles que mais amamos? Continuo a aprender...

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

cartas

Encontrei no sótão dos meus pais uma carta que escrevi ao meu irmão, em 1996. No tempo em que os e-mails eram para mim desconhecidos e os envelopes e selos faziam parte natural dos meus dias. Algumas cartas transformavam-se quase em diários e segurá-las nas mãos e ler a letra familiar de alguém que estava distante era como ter um pedaço da outra pessoa connosco. Era uma presença palpável do que se encontrava longe da vista. As palavras eram muitas vezes demoradas e sempre cheias de sentimento. Reconhecer a letra de alguém num envelope e ver o nosso nome era especial. Talvez por isso guarde três caixas cheias de cartas, com muito carinho.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

parabéns, mano!

ter um irmão a viver do outro lado do oceano não é fácil. há dias especialmente difíceis. tenta-se lidar com esses da melhor maneira possível.






cá te esperamos, com aquele abraço.

domingo, 4 de março de 2012

30 anos depois...


A minha mom encontrou a foto perdida, a mais antiga. 30 anos depois regressámos ao mesmo local, à praia da Nazaré e voltei a tirar uma fotografia com o meu mano. Isto de ter manos amigos é mesmo especial. I have no words for it!
O meu coração está agradecido.

terça-feira, 3 de março de 2009

relaxando...

No sábado à noitinha, após os meninos estarem a dormir, eu, o Timóteo e o meu mano passámos uns bons momentos lá fora respirando o fresquinho da noite...

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Uma noite saborosa


"Time... precious time ...
time to write... and read,
... time to set new goals and personal expectations,
... time to nourish friendship."

- Sue Buchanan-

domingo, 18 de janeiro de 2009

Paixão por comboios...

(Tenho a alegria de vos informar que o meu mano vai começar a ter uma participação ou outra aqui no blog. Se no final de um post virem o nome "Filipe Samuel"... é ele!)
Recebi a semana passada pelo correio um “pacote volumoso” – assim classificado pelos CTT. Era um filme há muito procurado e esquecido: Falling in Love. Vi-o no Quarteto quando tinha 20 anos... Corria o ano de 1984! Uma jóia pura.
Sinopse: Encontro Com O Amor – título português - é um brilhante exemplo da magia que é criada quando dois dos mais conceituados actores de Hollywood se juntam. Robert De Niro e Meryl Streep aparecem novamente juntos depois de “O Caçador” (1978). Em Encontro Com O Amor eles interpretam Frank Raftis e Molly Gilmore, duas pessoas comuns que se conhecem pela primeira vez ao acaso, e depois por opção. Só há uma coisa que se atravessa no meio deste intenso e novo amor de Frank e de Molly - ambos já são casados. Um dilema genuíno, onde De Niro, Streep e um excelente elenco que inclui Harvey Keitel, dão vida a uma história carregada de sensibilidade. A realização é de Ulu Grosbard, dramaturgo/ realizador belga mais ou menos obscuro.
Observações: O filme é fortemente inspirado em “Brief Encounter”, dirigido por David Lean nos idos de 1945, com Celia Johnson e Trevor Howard. “Brief Encounter” é um classico a preto e branco com uma fotografia lindíssima. As cenas na estação com o vapor dos comboios competem no nosso imaginário com cenas semelhantes de “Casablanca”. O filme foi originalmente uma peça muito assistido de Noel Coward que fez as delícias dos londrinos precisamente antes de rebentar a 2ª Guerra Mundial. Os paralelismos nos dois filmes – feitos a 40 anos de distância – são evidentes. O primeiro tem a ver com o dilema moral dos protagonistas. Nenhum deles quer magoar os seus respectivos esposos. Todavia, enquanto no filme de Lean (1945) não se consome a relação adúltera, no de Grosbard (1984) a relação é consumada com um “happy ending” típico de Holywood. Eu diria que socialmente os dois filmes são um produto do seu tempo. Em “Brief Encounter” – as nuances do título são imensas e remetem para os encontros clandestinos das mulheres emancipadas que se revelaram durante a 2ª Guerra Mundial – a classe média é ainda a espinha dorsal da moral emocional da sociedade. Sim, porque os pobres eram vulgares nas suas “escapadinhas”; os ricos eram tolos; só a classe média tinha a consciência dos valores essenciais da família. Tudo isto é dinamitado em “Falling in Love”. Os personagens de Streep e De Niro, têm um envolvimento natural que todos prevemos e antecipamos sem soluços morais. Até achamos que dizer “adultério” será antiquado. Aquilo é amor, pois então!!! O segundo ponto de contacto entre os dois filmes é a cena a puxar para o drama. No filme de Lean há um breve instante em que a actriz Celia Johnson pensa em cometer suicídio debaixo dum comboio quando se apercebe que não mais irá ver Trevor Howard. Em “Falling in Love” Streep quase se mata enfiando o carro contra um comboio quando pensa que nunca mais irá ver Robert de Niro.
Curiosidades: Meryl Streep está em estado de graça. Recebeu o óscar da Academia por “A Escolha de Sofia” (1982) e irá fazer “Africa Minha” (1985). No meio este “Falling in Love”. Os tiques de Robert de Niro transitam de “Taxi Driver” (1976), “New York New York (1977), e “O Caçador” (1978) para “Falling in Love”; só os dispensa em “A Missão” (1986) de Roland Joffé – a sua redenção. A cena do guarda-roupa de Streep com peças à “Dallas” é uma delícia. O ensaio que De Niro faz para si mesmo sobre as “deixas” para meter conversa com Streep é um charme. Os comboios são um encanto...

-Filipe Samuel-

Desejo concedido

No sábado à tarde, o meu mano ligou-me a contar aonde estava: no Starbucks! E lá fiquei eu a imaginar as dezenas de variedades de cafés e aromas, os bolos, o ambiente e a visualizar os copitos tão bem conhecidos na minha mente. Desde há muito que sou fã da dita loja, primeiro devido aos filmes, confesso, depois o sentimento tomou outras proporções quando em 2002 fui aos Estados Unidos e estive sentada num. Oh... mas que momento histórico! Bem, mas avancemos. O meu mano, ou melhor, mui querido mano, trouxe-me do Starbucks um termo catita com café (já não cheio, pois a tentação foi forte demais para ele e foi bebendo uns goles pelo caminho...) Adorei, maninho! (acho que deu para perceber...) E no sábado, lá estarei eu sentada com livro e um café! Bigadão! Love yu! (Rediscover. Renew. Be happy. Balance. Be better. Indulge. Love. Keep it simple.)

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Para o meu mano!

De vez em quando aparecem aquelas pessoas especiais na nossa vida. Sinto-me tremendamente abençoada por ter sido presenteada por uma extra especial, logo quando nasci. A ti maninho, que me fizeste a primeira bandeira a dizer "bem-vinda", que me ensinaste a fintar com uma bola, a amar a música a escrita e os livros, a descobrir a poesia escondida nas coisas pequeninas, a gostar de cinema e fotografia, a admirar a natureza (especialmente o mar e o pôr do sol), a valorizar a palavra "amizade" e lealdade e mais um cem número de coisas que referi aqui mesmo, há um ano atrás... o meu obrigado gigante, por tornares a minha vida tão cheia e rica. Obrigada pelos sorrisos que tantas vezes me pintaste no rosto e por sempre seres não só o meu mano e herói, mas principalmente por seres meu amigo. O Senhor concedeu-te dons e talentos incríveis e encheu-te com uma sede pela vida que poucos têm. Acima de tudo, desejo-te alegria! Alegria no Senhor! Aquela que não desmaia com as tempestades mas se firma num Deus eterno. Às vezes parece que o meu coração é pequenino para o tanto que gosto de ti!...

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Esta noite

Esta foi a conversa que o meu mano apanhou:
-Quanto é que mede? Vinte e quê?- Sammy
-Vinte e... trinta!- Simão
-Ah!
(...)
-E agora, quanto é que mede? Vinte e quê?- Sammy
-Vinte e trinta!- Simão
-Ah!
Eles estão sempre desejosos de ter o primo Simão cá em casa. É bonito ver o "entendimento" entre o Sammy e o primo, traz um sorriso ao meu coração.

domingo, 12 de outubro de 2008

Gratidão

Interessante os meios que Deus por vezes usa para nos fazer parar. Por "força das costas"(literalmente) tenho sido forçada a descansar, passando um bom tempo deitada e sentada. Nestes últimos dias tenho observado pequenas coisas ao meu redor pelas quais estou tão grata ao meu Deus. Coisas simples...
- Ter a minha mom e mano por perto e comigo cá em casa e a preciosa ajuda que nos têm dado.
- Ver a relação dos meus filhotes com o tio Samuel crescer dia após dia.
- A presença da sis e Tiagão para almoçar no sábado e a sua ajuda.
- Almoçar com o Sammy na minha cama na sexta, quando ainda não me conseguia mexer. Ele insistiu em fazer-me companhia.
- A companhia da Nice, Rodrigo e Isaurinha no sábado à tarde e a sempre pronta ajuda da Ana.
- Jogar o jogo da memória em cima da minha cama com o Sammy vezes sem conta.
- Ler histórias ao Jojó e Sammy.
- O almoço de domingo com a minha mom, mano, Nuno e companhia e o pessoal cá de casa e a tarde passada em conjunto.
- Ver o Simão e a Jéssica a brincarem juntamente com o Sam, Jojó, Marcos e... Flippy.

- A prontidão com que a sis se disponibilizou em dar a lição da escola dominical.
- A cartita dos alunos da minha classe de escola dominical(um "sunbeam" daqueles!)
- Falar calmamente com o Sammy sobre a história dada na classe.
- As mensagens queridas que alguns amigos me mandaram.
- O jantar especial de domingo, em que as crianças comeram ao som da viola do papá. Como eles gostaram!
- Ouvir o Jojó cantar "No meu barquinho eu vou" com o papá e relembrar da altura em que, com a mesma idade do Jonatas, cantava o mesmo côro com o meu mano.
- Ter tempo para ler... tão bem que tem sabido!
- A companhia do Flippy e a forma em como me acalma...
- Pelo meu amor, paciência e toda a ajuda e carinho que dia após dia me demonstra. (luv ya!)
- Pela fidelidade de Deus e Sua Palavra disponível a todos.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Fim de semana em S. Luis

Fomos passar o feriado e fim de semana a S.Luis, perto do Cercal, em casa do meu mano. Já tinha saudades de estar um bocadinho mais de tempo com ele e de partilhar um pouquito do dia a dia. Ir a casa do meu irmão é sempre mergulhar num mar de cultura. A sua casa é cheia de livros, revistas e jornais, música, filmes e de objectos que contam pequenas histórias. Dá vontade de explorar e saborear tudo com muita calma, coisa impossível de fazer com os "gaiatos" comigo. A chuva dançou à nossa volta quase todo o tempo, mas sempre que havia uma pequena aberta lá saímos nós para a rua com os miúdos desafiando o silêncio do local. Eis então algumas coisas que marcaram estes dias:
- Observar muitas ovelhas na sua calma habitual e ouvir muitos chocalhos no ar, respirar sossego... pelo menos na paisagem, em casa a história era outra!...




- As conversas com o meu mano... e com o Marcos, que no primeiro dia ficou acordado quase até à meia-noite fisgado no seu pé e no copo do meu irmão.
- Ver a Balada de New York.


- A chuva e as brincadeiras no jardim da casa, com direito a molhas na fonte e a muitas trocas de roupa.



-Jogar à bola na rua sempre que a chuva parava e ouvir o Sammy a chamar muitas vezes pelo "tio Samuel"!
- O Jojó "largou" a chucha, o que fez com que andasse mais rabujento.
- Os miúdos dormiram no chão, o Sammy literalmente no chão, pois o colchão foi demasiado estreito para tanta ginástica nocturna.






- Experimentar os ténis do meu mano no Marquitos.
- Beber muito chá e comer chocolates, especialmente à noite com o meu mano e Timóteo.
- Perder-me durante alguns minutos com um livro ou outro do meu mano.
- Sentar-me um bocadinho no jardim a ler o meu querido livro "The Creative Family" e planear algumas coisas para fazer com os miúdos.


- Fazer um belo churrasco cheio de saladas e frutas a acompanhar, apanhar flores para colocar na mesa e usar loiça "escondida".

- Receber flores do Jojó, que corria a entregar-mas com um sorriso de orelha a orelha.
- Ver o Jonatas a procurar e observar os bichinhos no campo.