Com o dinheiro que recebeu nos anos pediu para comprar telas. "Vou pintar para dar no Natal!" Assim foi. Comprámos dezenas delas e ele pintou-as com carinho. Uma delícia!
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
dos dias de molho
Os vírus aqui por casa, por norma, correm todos os membros da família. Por enquanto escapou o Marcos e o Tim foi apanhado muito ao de leve.
Destes dias, guardo a companhia e o carinho deles uns para com os outros, a companhia que souberam dar quando o outro precisava. Das noites que passei de vigia, as orações, que pela noite dentro parecem sempre poder ser feitas com mais calma e intencionalidade. Orar pelo futuro dos meus filhos, quando sei que o Pai Celestial está a cuidar da saúde de cada um. Ser mãe é carregar os filhos não só ao colo, mas em oração.
feriado de molho
O Jojó ainda a lutar contra a febre, um Samuel a recuperar e eu a tentar manter-me à tonapara cuidar dos meus rapazes. O feriado pediu chocolate quente, marshmallows na lareira e a saga do filme "Sozinho em Casa".
há coisas que demoram e é bom que assim seja.
Ver o Marcos a fazer lego. Separar peças, procurar, juntar e encaixá-las, com cuidado e detalhe. É um trabalho de paciência e por vezes a ajuda é bem recebida. Por vezes, desmanchar algo que não está bem e começar de novo. Persistência, mesmo quando não se consegue ver o fim, sabendo que o processo de construção vale a pena, assim como a peça final.
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dezembro
Alegria e esperança enchem a vida daqueles que esperam em Cristo. Daqueles que sabem que Ele veio e virá outra vez. Esperamos. Vivemos nesta espera que dá paz e alegria sem medida.
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
fizémos anos.
A minha mãe, eu e o Marcos. A probabilidade de isto acontecer é minúscula, mas assim Deus quis. Fazemos os três anos no mesmo dia.
Este ano, guardo as prendas dos filhos de forma especial. O bilhetinho do Jojó [o dinheiro fui colocar novamente no mealheiro dele, sem ele ver] e o quadro pintado pelo Marcos, cujas cores, adivinhem só, foram escolhidas pelo Samuel, que é daltónico. Quando lhe perguntei que cores tinha, respondeu que só sabia que tinha preto.

E, como habitualmente, a Shana invadiu a casa e preparou-me o almoço. Há tradições que sabem sempre tão bem. Grata.
parabéns, Michael!
Aproveitar que alguns colegas vieram almoçar cá a casa, chamar os padrinhos, fazer um bolo e chamar a famelga. Acabar o dia a cantar os parabéns ao Marcos no dia 1. E foi bom.
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árvore em novembro? sim!
O dia de montar a árvore de natal tem mudado um bocadinho ao longo dos anos. Enquanto crescia e antes de ter filhos, a árvore de natal era feita a seguir ao aniversário da minha mãe e do meu, logo após o dia 3 de dezembro. Quando eu e o Tim casámos mantivémos a tradição durante os primeiros anos. Conforme os meninos foram nascendo, depressa descobrimos que, com o aniversário do Marcos também no dia 3 e as festas de aniversário serem por norma uns dias a seguir, os dias eram demasiado cheios. Começámos então a fazer a árvore no dia 1 de dezembro e, este ano, por o dia 3 ser cheio de actividades na igreja e passar para o dia 1 o almoço com os colegas do Marcos, antecipámos a coisa. Num fim de semana em que o Sammy estava mais em baixo e não podia sair de casa, pusemos mãos à obra. Estávamos ainda em novembro, mas não tinha importância. Afinal de contas, qualquer desculpa é boa para ter as luzes de natal o maior tempo possível ligadas. Foi tudo feito com muita calma e temos mais tempo para desfrutar.
Tirámos do roupeiro o nosso comboio, que este ano ficou à volta do pinheiro, graças ao Marcos. Não sei o que se passa com os comboios, mas todos parámos e ali ficámos, simplesmente a vê-lo rodar pelos carris. Algo no movimento, no som que nos faz sonhar. E sonhar, continua a ser bom!
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
quando a manhã esquece-se de acordar
Saímos de casa a desbravar o nevoeiro, eu e o Marcos, a caminho da escola. Gosto de manhãs assim, envoltas em mistério, parecidas saídas de um cenário de um filme qualquer que não vi. Saboreio cada passo e o percurso demora mais do que o habitual. Está frio e não sinto as mãos. Não faz mal.
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