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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

dos dias de molho

Os vírus aqui por casa, por norma, correm todos os membros da família. Por enquanto escapou o Marcos e o Tim foi apanhado muito ao de leve.
Destes dias, guardo a companhia e o carinho deles uns para com os outros, a companhia que souberam dar quando o outro precisava. Das noites que passei de vigia, as orações, que pela noite dentro parecem sempre poder ser feitas com mais calma e intencionalidade. Orar pelo futuro dos meus filhos, quando sei que o Pai Celestial está a cuidar da saúde de cada um. Ser mãe é carregar os filhos não só ao colo, mas em oração.











feriado de molho

O Jojó ainda a lutar contra a febre, um Samuel a recuperar e eu a tentar manter-me à tonapara cuidar dos meus rapazes. O feriado pediu chocolate quente, marshmallows na lareira e a saga do filme "Sozinho em Casa".



terça-feira, 27 de setembro de 2016

persistir.


Desmanchou e começou do zero. Fez a base e continuou com uma paciência toda especial, durante horas. No dia seguinte, acordou mais cedo do que o habitual e sentou-se novamente na mesa. O dia passou e chegou outro e continua a acrescentar peças. De vez em quando, chama para me explicar o que fez.





sexta-feira, 23 de setembro de 2016

a reviravolta

O ano escolar começou com meninos entusiasmados, mas... a semana foi cheia de emoções fortes.
No primeiro dia de aulas o Marquitos apanhou uma virose. Parece que anda uma correr as escolas da zona. Os dias desta semana foram passados em casa, às vezes algumas horas na escola, a vomitar no caminho para casa, no hospital, a chorar com dores. Continua a recuperar.
Entretanto, porque um filho de molho não era suficiente, o Samuel vem também para casa cheio de dores nas articulações, pernas e braços. Após um dia de espera e de não haver melhoras, vamos ao hospital. [Ele está a ser seguido no hospital desde o internamento devido a uma miosite viral no final de fevereiro.] As análises ao sangue mostraram que os valores indicadores da miosite estão acima do normal. Já estavam na semana anterior, mas estão ainda mais elevados agora. Repouso e nada de exercício físico. Dias em casa e esperar até ao início da próxima semana para falar com a pediatra que o segue.
No mesmo dia o Jójó chega a casa, após uma aula de educação física, a coxear, aflito de um joelho.
Mas não é tudo, o Marcos, que sim, já estava com uma virose, ganha por acréscimo um torcicolo. Um prato cheio! Noites sem dormir, massagens, chá e torradas, pomadas e comprimidos, estudar e fazer trabalhos em casa. Lá pelo meio, o meu pai, que passou umas boas horas a arranjar-nos a mesa da cozinha que já tem muitas décadas em cima e, talvez por isso, parecesse mais uma rampa do que uma mesa, cortou um dedo. O sangue jorrava por todos os lados, enquanto o Sammy chorava com dores enrolado no sofá, o Marcos agarrava-se à barriga na casa de banho e o Jojó pegava numa canadiana para perceber o que se passava. E o sino, o sino a tocar. Ufa. Pausa para respirar.
Já mencionei que o Tim está fora em trabalho?







Há dias gigantes. Sabe ainda melhor olhar o céu ao final da tarde e lembrar que os nossos dias estão todos nas mãos do Criador. Fechamos os olhos e confiamos.


Ouve-se o sino. Outra vez.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

detalhes

Ter uma professora que conhece o aluno que tem. Nota musical a segurar os trabalhos que enviou para o Jojó fazer em casa, enquanto esteve doente.
 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

pausa

Quando a febre dá tréguas, podemos pousar o termómetro, tirar a toalha húmida da testa e colocar de lado a medicação. Apanhamos um barco e vamos até a um certo bosque conhecer criaturas simpáticas. Longe...

terça-feira, 4 de novembro de 2014

febre de livros

Lembro-me de na minha infância, quando estava em casa doente, levar um molhe grande de livros para cima da minha cama. Aconchegar-me entre almofadas e embrulhar-me noutros mundos durante tempos a fio. Ali ficava.
O Marcos, quando está de molho, gosta de algo semelhante. Escolhe alguns livros e pede para eu lhe ler na nossa cama. No fim de semana passado foi assim e o Jojó leu para nós.
Continuo a achar que a coisa boa de ter um filho doente é a forma mais pacata com que o tempo parece passar. Dá-se prioridades às coisas certas. E definitivamente, nestas alturas, fazer a cama não é uma delas.
 





quando a febre deu tréguas







quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

os 2 adultos e o mais novo cá de casa. de molho.

 
 


instalou-se por aqui um vírus qualquer. muito lego, desenhos animados, livros, chá, torradas e sonecas. o dia hoje foi assim.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

se não é o primeiro a acordar, algo não está bem!

ficou em casa ontem. dores de garganta. fruto do tempo.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Nos últimos dias

Estou de volta. Os dias estiveram complicados por estas bandas, pois estivémos todos doentes ao mesmo tempo. Eu já estou bem, mas as crianças e o Timóteo ainda estão a tentar recuperar. Os últimos dias foram preenchidos com muitos lenços, espirros, choro, hospitais, tosse, medicamentos e aerosol. Mas também muitos beijos e abraços, alguma música, mantas, lareira, histórias, inter-ajuda, chá e muito amor. (Obrigada aos meus pais e mano pela preciosa ajuda nos três dias em que estivémos todos de "molho" e à D. Amélia e Ana pela ajuda com a comida e roupa. "Família"... palavra doce...) As prendas continuam inacabadas, os postais não foram sequer começados, mas ainda assim o Natal aconteceu. Porque Ele veio e Cristo é o nosso maior presente!