terça-feira, 17 de março de 2015

ahhhh!!!


Comi-os a primeira vez quando fomos ao Estados Unidos, em 2002. Fiquei fã. A coisa espalhou-se e chegou à europa. Confesso que não lhes resisto. Sempre que o Tim vai a trabalho a Madrid traz uma caixa...ou duas, como desta vez.

manos na mesma equipa

Por estas bandas, tivemos um torneio na tarde de sábado. O engraçado foi ver o Jojó e o Marcos a jogar pela primeira vez juntos. O Jónatas, que joga no escalão acima, foi convidado para jogar com a equipa do escalão da idade dele e o Marcos, por sua vez, foi convidado a jogar na equipa do escalão acima, o que fez com que se encontrassem na mesma equipa. Foi giro vê-los a jogar juntos nos 2 primeiros jogos, com cumplicidade e ouvir a malta gritar pelos manos Xavier. E não é que o Marcos deu um bailinho a uns tantos?
 


sábado, 14 de março de 2015

Paddington

 
Um dia sem aulas. Uma ida ao cinema para ver o Paddington.
Voltar atrás no tempo e relembrar os desenhos animados e a caderneta de autocolantes que tinha em miúda.

sexta-feira, 13 de março de 2015

à beira do rio.



Com os dias amenos a aparecer a beira do rio enche-se de pessoas a passear, a ler, a conversar ou simplesmente esticadas ao sol. O sol torna as pessoas mais bem dispostas. É um facto. Ouço mais gargalhadas do que o normal.
Tenho o hábito de procurar um canto mais pacato e ali ficar a ler, escrever ou a olhar o azul do Tejo. As gaivotas estavam especialmente amigáveis neste dia.

ter uma amiga que vem a casa fazer-nos uma sopa de cação.

pelo caminho...

Deixar os meninos no futebol ao fim da tarde.
Regressar a casa com a luz do sol que se prepara para ir embora.
Absorver tudo.
 



aprender a sofrer

Lembrar que há cargas que não me cabe a mim carregar. Que há responsabilidades que não me pertencem.
Partilhar e sofrer com os outros sem me despedaçar de tristeza por eles. 
Recordar que Jesus levou toda a tristeza e dor na cruz.
Há anos alguns atrás uma amiga querida e sábia disse-me isto mesmo.
Esta semana, ouvi o mesmo.
Sempre na hora exacta.

quinta-feira, 12 de março de 2015

um folar, minutos antes de ser devorado.

empenho.


caracóis.

 
Lembro-me de ser miúda e ser a única menina com caracóis na minha sala de aula. Também me recordo de olhar os cabelos lisos, penteados e alinhados das outras meninas, com um ar sonhador. A partir de certa idade, sempre que havia um casamento, o meu cabelo era esticado. Se chovia, era o desespero! Lá começava o teimoso cabelo a ondular e a ganhar volume. Tive um professor de ciências no 5º ano que me chamava de "Leoa". Escusado será dizer que eu não o gramava.
Hoje, gosto dos meus caracóis, apesar de volta e meia pensar que um cabelo menos volumoso faria um certo jeito, de vez em quando.
O Jojó começou a aprender a gostar dos dele. Primeiro, lamentava o facto de não ter cabelo liso e não conseguir fazer uma crista como os manos. Agora, começa a convencer-se que o seu cabelo desalinhado é especial. Isto, porque é especial para mim.

o Tejo, uma amiga, um bebé e um dia de sol.





quarta-feira, 11 de março de 2015

viver, olhando para o Alvo!



Há manhãs cheias de tanto! Cheias de vida. Manhãs cheias de Cristo!
Ouvir o testemunho da irmã Magali Luz, uma serva de Deus, missionária em Portugal, foi um prato cheio. A sua presença tranquilizante, as suas palavras doces, sábias e encorajadoras cativam, prendem, sossegam. Se é com emoção e algum deslumbramento que ouvimos o testemunho de alguém assim, imaginem o que será ver Jesus face a face! Sim, porque o nosso deslumbramento não está na pessoa em si mesma, mas naquilo que Cristo tem feito nela e através dela. O que nos atrai é ver Cristo na pessoa. É olhar para uma caminhada que é feita lado a lado com Ele. Foi um bálsamo.
Grata pelas vidas que Deus transforma, chama e usa para inspirar outras. Pelo privilégio de aprender com mulheres cristãs mais velhas, mais experientes e sábias do que eu. Pelo exemplo de obediência e dependência da Palavra e oração. Viver no mesmo compasso de Cristo, no Seu ritmo. Ultrapassar dificuldades com a certeza de que os nossos dias aqui são nada, a não ser que sejam vividos para Ele. Caminhar sem medo. Refrescante como uma brisa de Verão, porém profundo, com tanto para absorver, digerir, aprender e trabalhar. 
Mais de Cristo, mais do Seu amor e da Sua graça, para os meus olhos, boca e ouvidos. Mais dEle! Sempre!
 
Como disse a ir. Magali, “Precisamos deixar invadir-nos pela eternidade.”
Que assim seja.

sexta-feira, 6 de março de 2015

parar e olhar.

 
Os vizinhos já sabem que é natural verem-me a tirar fotografias ao céu, ao final da tarde. Se no início levava toda a gente a acompanhar o meu olhar ["Mas o que é que se passa lá em cima?!"] Agora já sabem que são apenas as nuvens, um céu a mudar de cor, o sol a preparar-se para descansar e, às vezes, um avião que rasga o céu e me lembra que há todo um mundo para além do nosso canto. Mesmo assim, volta e meia, ainda consigo fazer um ou outro parar por uns minutos e admirá-lo comigo. Convenhamos, um céu com nuvens, a mudar de cor e com um sol a desaparecer no horizonte não tem nada de banal. E manter dezenas de pessoas no ar também não. Parar é preciso!









sede.

Podia dizer-se que os dias são curtos para este menino, não fosse ele adormecer mal cai na cama.
Tudo lhe interessa e fascina. O estudo do meio da escola e tudo o que com ele tem descoberto, os números e operações que faz com maior facilidade que eu, as palavras novas em inglês, a música que o mano mais velho toca na flauta, jogar futebol, a viola e os acordes que ainda não faz, os ingredientes que uso para preparar as refeições, as palavras que desconhece o significado, as perguntas rebuscadas. Se não sabe, pergunta. Ficar sem saber não é opção. Destila vida e entusiasmo e... continua a dar-me beijos na mão.

perfeito!

Gosto muito de nuvens. Gosto muito de árvores. Juntar as duas é sempre bonito.
 

quinta-feira, 5 de março de 2015

alerta!

 
Li num dos livros da Corrie acerca da urgência que a dada altura sentiu de insistir que os pais falassem com os seus filhos pequenos acerca da salvação. São imensos os relatos que conta. Houve uma história que me tocou particularmente.
Uma mãe, após ouvir a Corrie falar sobre o assunto, ao chegar nesse dia a casa dirigiu-se ao quarto da sua pequena filha. Falou com ela acerca de Cristo e da salvação que nEle podemos encontrar. A menina entregou a sua vida a Jesus nessa mesma noite e contou como estava feliz por Jesus habitar agora no seu coração e tê-la feito uma filha de Deus. Na manhã seguinte, a menina cantava alegre cânticos que falavam do céu. Foi para a escola. Quando o pai a foi buscar no final do dia, reparou num aglomerado de pessoas junto da estrada. Aproximou-se. A sua filha Mary estava estendida no chão, morta. Passou por um camião e não viu o carro que atravessava no momento. Foi morta de imediato. O pai chegou a casa desesperado, mas lembrou-se das músicas que a sua filha cantava nessa manhã. A esposa contou o que tinha sucedido na noite anterior. Este homem entregou então a sua vida a Cristo. No funeral da Mary, vários colegas da sua turma fizeram o mesmo.
Ah... os insondáveis caminhos de Deus! Somos demasiado pequenos e limitados para os desvendarmos. Confiemos e lembremos que nunca é cedo demais para falarmos com os nossos filhos acerca do perdão e salvação que podem encontrar em Cristo. Não duvidemos do que o Espírito de Deus pode fazer no coração dos pequeninos, da forma como pode conceder entendimento e transformar.
Mais vale cedo do que tarde...

uma ida ao estádio da Luz

 
Uma vez por ano o Tim traz 4 bilhetes para irmos ver um jogo do Benfica e jantar na Catedral. O Sammy aguarda sempre este momento com alguma impaciência. O dia chegou e foi a festa! Descobrimos que nesse dia o Benfica fazia 111 anos e a equipa ganhou ao Estoril 6-0. A noite não podia ter corrido melhor.







terça-feira, 3 de março de 2015

sinais

Temos uma ameixeira no nosso quintal. Gosto muito de árvores de folha caduca. Aprecio vê-las perder a roupa no outono até ficarem totalmente despidas no inverno e, depois, um pouco antes da primavera do calendário, começarem a vestir-se timidamente até ficarem cobertas de flores rosa em grande esplendor, passando depois para uma roupagem de folhas vermelha e alguns frutos suculentos no Verão. Na verdade, esta última parte não acontece todos anos. Estou esperançosa quanto a este ano. Umas ameixas pequenas, mas muito doces.
Todos os anos observo com o mesmo entusiasmo e admiração a transformação desta árvore. As estações do ano demarcadas nela dá-me segurança. É para mim uma lembrança visível e constante da fidelidade e soberania de Deus. O Deus que tudo criou, no controlo da Sua criação, do tempo, dos meus dias, do mundo...de tudo e de todos. Rei sobre toda a Terra, que dá cada coisa na estação própria, que conhece o tempo de forma perfeita. Haverá conforto maior?
 
Aparecem as flores na terra; o tempo de cantar chegou, e a voz das rolas ouve-se na nossa terra.
Cantares 2.12


segunda-feira, 2 de março de 2015

coisas que ficam.

Encontrar uma caixa. Abri-la. Encontrar o dominó da minha infância.
Ainda consigo sentir as peças nas minhas mãos sem nelas pegar. E por momentos volto ao chão da sala da casa dos meus pais.
Há tardes com cheiro a ontem.

gostar de amêndoas com licor.