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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

coisas bonitas numa rua de lama


A caminho da escola passamos por uma zona que tem várias poças de água, que no inverno permanecem lá durante dias após ter chovido. Gostamos de saltá-las, especialmente à noite, o que é mesmo pôr um pé no escuro, pois é uma rua sem qualquer iluminação. De dia, gostamos de descobrir as figuras que formam. Quase sempre achamos um coração. Saltamos.

No amor não existe receio; antes, o perfeito amor lança fora todo medo.
1 João 4.18

terça-feira, 29 de setembro de 2015

chuva que traz esperança

Lembrar com as primeiras chuvas de final de verão que o caminho é mais fértil após a queda da chuva. Depois da rega, o solo está mais apto para dar fruto.




terça-feira, 20 de janeiro de 2015

terça-feira, 14 de outubro de 2014

depois da chuva

Abrir a porta de casa e ir cheirar a terra molhada, sem pressas. Lembrar que a ação de Deus em nós é muito peculiar. Primeiro a chuva. Por vezes o arco íris para mantermos a esperança e lembrarmos a Sua fidelidade e graça. Depois o sol, no tempo exato. E a alma vai cheirando a beleza de uma terra molhada.





 



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

uma flor


Dentro de casa. Para dar cor aos dias mais escuros.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

segurança


 
É muito bom descansar na certeza de que há um Deus sábio e poderoso, que tem as estações do ano e o tempo nas Suas mãos. O Verão pode trazer chuva e o Outono calor... Ele sabe!

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

razão para a chuva


 
When you decide you want to be used by God and you seek Him "i want to be for You and i want to be used by You", you must understand that if you are sincere, if God answers that prayer than you will enter the rest of your life into the school of Calvary. Is the school of suffering. We constantly need to be aware of our weakness so that we constantly claim to God.

[Paul Washer]

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

arco íris


 
Deus trabalha nos Seus filhos até ao fim. Não desiste de nós. Chuva, vento, desilusão, dor, perda, problemas de ordem variada. Em meio a tudo isto e muito mais, Ele molda-nos, pacientemente, com a finalidade de nos tornar mais e mais à imagem do Seu Filho. Somos obra dEle e vai continuar a esculpir-nos e limar até ao último dia. Já dizia o Swindoll, "Nunca na véspera, mas até descansarmos em paz." Pretende dar-nos um carácter sólido. Esta é uma busca incansável da parte de Deus e, nem sempre agradável a nós. O sofrimento adoça-nos. As marteladas tornam o nosso ser mais brilhante. As lágrimas lavam e limpam. A chuva mostra onde estamos e leva-nos a lugares que de outra maneira não conseguiríamos alcançar. As mossas podem amigas, na medida em que nos levam a confiar e a depender mais. Mostram o quão pequenos somos. Os ataques podem chegar de várias frentes. Dobramos os joelhos. Abrimos as Escrituras. O inimigo procura atingir o nosso coração, vamos protege-lo.
 
"O coração, esse órgão onde nasce a esperança, onde se tomam as decisões, onde os compromissos são fortalecidos, onde a verdade é armazenada e, principalmente, onde o carácter [essa coisa que nos dá profundidade e nos torna sábios] se forma."
Charles Swindoll
 
E nos entretantos da caminhada, a Sua misericórdia, justiça e fidelidade podem ser vistas também no arco íris. Este, relembra-nos que coisas bonitas também nascem de tempos instáveis. Para vê-lo, chuva e sol são necessários.
 

terça-feira, 20 de maio de 2014

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Quando a chuva deixa marcas de amor

no caminho para casa.
 


mais achados e detalhes que captam a minha atenção no dia a dia, aqui.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

pausas que vêm por bem.

Que fazer quando não temos chapéu, já estamos suficientemente molhados e continua a chover? Procurar abrigo e ficar a olhar as árvores.
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

tranquilidade depois da chuva


 



O céu cinzento dá lugar ao azul. O sol sai do esconderijo, o dia acende. Abre-se a porta de casa e coloca-se o pé na rua. A orquestra da chuva cessou. Reina uma calmaria suave e o ar transborda frescura. O olhar fica preso nos detalhes à minha volta. Caracóis que ousadamente saem da sua concha, gotas de água  que fazem acrobacias no ar, flores que começam a espreitar, nuvens brancas que viajam pelo céu. Vida, que respira devagar. Mais do seu ritmo, preciso. Tempo de espera, tempo perfeito.
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

amanhecer cinzento à janela

Chuva, trovões, relâmpagos e granizo. Chegou tudo em dose extra.


sábado, 11 de janeiro de 2014

o que a chuva faz que o sol deixa ver


Os dias de chuva não me levaram até à nossa mini horta. Sabia que estava a ser bem regada, pelo menos.
No primeiro dia de sol depois dos dias cinzentos, fui olhá-la. Para minha surpresa as couves flor tinham crescido imenso, algumas começado a espreitar.
Os dias chuvosos podem ser por vezes mais difíceis de suportar, mas quando o sol chega apreciamo-lo bastante melhor e vem então à luz o que Deus fez durante os dias mais escuros. As provas fortalecem e fazem crescer se a nossa raíz estiver firmada na Pessoa certa. Os dias luminosos chegarão e trarão algo bonito. Podemos ter alegria em ambos os tempos. A chuva é necessária para contemplarmos verdadeiramente o sol.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

tarde de chuva

 








Muffins de maçã e canela feitos com a ajuda de mãos pequenas, saboreados ao som da chuva, enquanto dançávamos nas nuvens, no chão da sala.
 
ingredientes:
 
250g de farinha de trigo
2 colheres de chá de fermento em pó
225g de açúcar mascavo
1 colher de chá de gengibre ralado
2 colheres de chá [mal cheias] de canela
140ml de leite
125ml de óleo
1 colher de sopa de mel
2 ovos
4 maçãs pequenas 
 
* misture numa taça a farinha, o fermento, o gengibre, a canela e o açúcar.
* numa outra taça misture o leite, os ovos, o óleo e o mel.
* aos poucos vá acrescentando a mistura seca à líquida até estar tudo bem ligado.
* adicione os pedaços de maçã cortados e misture.
* coloque a massa em pequenas formas e leve ao forno a 160º durante 15 a 20 minutos.
* saboreie-os ainda mornos, com uma caneca de chá, ao som da chuva.