terça-feira, 13 de dezembro de 2016

árvore em novembro? sim!


O dia de montar a árvore de natal tem mudado um bocadinho ao longo dos anos. Enquanto crescia e antes de ter filhos, a árvore de natal era feita a seguir ao aniversário da minha mãe e do meu, logo após o dia 3 de dezembro. Quando eu e o Tim casámos mantivémos a tradição durante os primeiros anos. Conforme os meninos foram nascendo, depressa descobrimos que, com o aniversário do Marcos também no dia 3 e as festas de aniversário serem por norma uns dias a seguir, os dias eram demasiado cheios. Começámos então a fazer a árvore  no dia 1 de dezembro e, este ano, por o dia 3 ser cheio de actividades na igreja e passar para o dia 1 o almoço com os colegas do Marcos, antecipámos a coisa. Num fim de semana em que o Sammy estava mais em baixo e não podia sair de casa, pusemos mãos à obra. Estávamos ainda em novembro, mas não tinha importância. Afinal de contas, qualquer desculpa é boa para ter as luzes de natal o maior tempo possível ligadas. Foi tudo feito com muita calma e temos mais tempo para desfrutar.




Tirámos do roupeiro o nosso comboio, que este ano ficou à volta do pinheiro, graças ao Marcos. Não sei o que se passa com os comboios, mas todos parámos e ali ficámos, simplesmente a vê-lo rodar pelos carris. Algo no movimento, no som que nos faz sonhar. E sonhar, continua a ser bom!







segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

quando a manhã esquece-se de acordar

Saímos de casa a desbravar o nevoeiro, eu e o Marcos, a caminho da escola. Gosto de manhãs assim, envoltas em mistério, parecidas saídas de um cenário de um filme qualquer que não vi. Saboreio cada passo e o percurso demora mais do que o habitual. Está frio e não sinto as mãos. Não faz mal.







domingo, 11 de dezembro de 2016

pedaços de novembro

Porque os dias simples são cheios de tanto.
Há poesia, há música em cada segundo que respiramos.
Achamos graça quando abrimos os olhos, porque a graça alcançou-nos primeiro.























tic tac

Todas as semanas fotografo estas árvores. Lembram-me de que o mundo não pára, que o tempo avança, que a vida muda e que há um Deus que controla isto tudo de forma perfeita. Que mesmo que nós paremos, tudo continua a girar. Somos pó.




ah! o outono e as árvores.