quinta-feira, 3 de setembro de 2015

moinhos.



Os moinhos em Ponte de Sôr eram um ponto de paragem no Inverno e na Primavera, em férias e em alguns retiros do ABS. A água corre em abundância nessas alturas. No Verão, o silêncio é maior.
É sempre interessante voltarmos aos mesmos locais anos depois, em circunstâncias diferentes.







quarta-feira, 2 de setembro de 2015

em família

Um dia passado com os tios e primos, em casa do primo Daniel e Renata, em Montargil.
O meu tio João Narciso sempre me foi o tio mais querido e aquele que em tanto me faz lembrar a minha avó Guida, nos jeitos, no olhar, nas expressões e até na voz. O abraço dele é-me sempre muito querido.
Estarmos juntos traz sempre um alvoroço bom. Isso e figos da figueira.
 













 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

viajar no tempo é aqui.

 
Confesso que foi custoso tirarem-nos de lá, a mim e aos miúdos. Conseguimos facilmente imaginar que estamos num teletransporte e que viajamos para outra dimensão do tempo. Porque a imaginação é essencial aos nossos dias e tem tantos caminhos.



 




novos locais

Um canto agradável, pede um boa companhia.
 



sexta feira, meia noite em Ponte de Sôr? boleimas quentes, claro!

 
Cresci a come-las no Verão. O gosto vai passando de geração em geração.

alentejo do coração

 
Estar no Alentejo é chegar a casa. É alcançar as raízes da minha família, a minha infância e adolescência. É também rever amigos queridos. É respirar o ar quente de verão tão peculiar. É sentir o tempo mais devagar e doce.
Como habitualmente, estivemos uns dias em casa da amiga Ilda, que tem sempre a casa e o coração aberto para nós e nos faz sentir amados. Grata.




 

há qualquer coisa nelas...




 
A estação de Ponte de Sôr foi em tempos uma estação de comboios em funcionamento pleno. Hoje, pelo que sei, limita-se a transportar madeira.
Há algo de belo e arrisco-me a dizer romântico, numa estação de comboios. Provavelmente culpa da literatura e do cinema, não sei, mas desde miúda que sou fascinada por elas. O ir, o chegar, as despedidas, os encontros e reencontros, os abraços sentidos, as palavras trocadas com cheiro a viagem, os relógios antigos que ditam as partidas. Um mundo de histórias e personagens juntos num mesmo local. Vidas cruzadas a passos largos ou saboreadas ao ritmo de uma carruagem em andamento. Conversas interrompidas pelo apito do comboio. As malas cheias de esperança e sonhos tão grandes quanto a linha que os leva.




 

ter manos, é ter um ombro sempre por perto.

 
Ter irmãos é uma das bonitas bênçãos que Deus dá. Manos que partilham a vida connosco e lembram que não estamos sozinhos, aconteça o que acontecer.