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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

das noites em claro.

Quando uma gata não nos deixa dormir, mais vale nos rendermos e nos juntarmos a ela. Tivemos que conter as gargalhadas a meio da noite, ao vê-la perplexa a olhar para a própria sombra e a tentar apanhá-la, gigante. Depois, corria disparada à volta do quarto, vezes sem conta. Descansava uns segundos e voltava à carga.
Numa noite de verão alentejano, dormir com as janelas abertas e ver a luz romper devagar entre a escuridão da noite, é um privilégio. Um viva à gata Beca!



terça-feira, 1 de setembro de 2015

alentejo do coração

 
Estar no Alentejo é chegar a casa. É alcançar as raízes da minha família, a minha infância e adolescência. É também rever amigos queridos. É respirar o ar quente de verão tão peculiar. É sentir o tempo mais devagar e doce.
Como habitualmente, estivemos uns dias em casa da amiga Ilda, que tem sempre a casa e o coração aberto para nós e nos faz sentir amados. Grata.




 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Zarolho

Foi assim que o começámos a chamar há uns 2 ou 3 anos atrás, quando apareceu à nossa porta com fome. Depois dos medos do bicho em se aproximar de nós, sempre cautelosamente... é agora oficial. Temos mais um gato e o Flippy tem um companheiro.


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

{picando o ponto}

Desde que temos o Flippy, o nosso gato, que os gatos aparecem de todos os lados. Talvez algo a ver com a comida que volta e meia dou a alguns gatitos abandonados ou então pura simpatia e doçura do nosso gato que atrai as fêmeas das redondezas. Para além da Lisa, que descobrirmos entretanto chamar-se Leonor, gata fiel, amiga do Flippy, há também uma outra à qual ainda não demos nome. Um nome tem que ser algo pensado quando não surge assim de repente, quando pomos a vista em cima de alguém ou algo. É uma gata curiosa que aparece na janela do escritório sempre que estou na secretária. Chega de mansinho, espreita e acomoda-se no parapeito da janela. É uma companhia silenciosa.
Quando acabo o trabalho e saio da biblioteca, ela sai também do seu canto. Levanta-se calmamente e segue o seu rumo.
Até amanhã, gata sem nome! Cá te espero.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

{bigodes}

Já não via gatos pequeninos desde miúda. Lembro-me de ver recém-nascidos, ainda de olhos fechados, em casa de um primo na Farinha Branca e acho que nunca mais tornei a ver nenhum. Agora que penso nisso... acho até um pouco triste.

Os miúdos perderam-se diariamente de volta deles, a observá-los. Eram dois, um mais tímido, recatado, outro mais aventureiro e destemido, curioso. Amorosos.