Deixo-vos com algumas saídas e observações dos meus filhotes.
Jojó: Eu não consigo atar o sapato!
Eu: Vai pedir ajuda ao papá.
Jojó: Papá! Socorro!
Ainda na cama, após eu ter dito que não tinhamos ovos.
Sammy: Aonde é que vamos?
Jojó: Vamos comprar ovos para a mamã fazer omelete doce!
Durante o almoço.
Jojó: Alguém trincou este prato! (estava lascado)
No culto doméstico, o Timóteo contava a história de Elias e da viúva pobre que só tinha alguma farinha e azeite para si e para o seu filho.
Timóteo: Elias tinha-lhe pedido comida. O que é que a senhora ía fazer?
Sammy muito sério: Ía pedir aos ratos queijo!
O Flippy estava a beber água de uma taça com uma flor que temos em cima da mesa.
Sammy: Acho que o Flippy está a beber água dali. Vai ficar super morrido.
Dei o prato com o almoço ao Jonatas e disse para ter cuidado, pois estava quente (é que o nosso microndas para além de aquecer a comida deixa o prato a escaldar!) Entretanto perguntou-me aonde é que estava a salsicha no prato e eu, ao apontar, toquei de leve numa.
-Ah! - exclmou ele.- Estava quente!
Jojó, Marcos e Flippy jogam juntos com uma pequena bola. Ao fim de algum tempo, o Jojó veio ter comigo e disse:
- Mamã, o Flippy está a dizer que o Marcos não joga!
Sammy ao almoço: Só gosto de arroz branco. Não gosto de arroz que muda de cor.
Depois de ter comido feijoada, gelatina e manga o Jojó dizia:
- Agora vou comer mais gelatina!
- Eu acho que já chega.- disse-lhe eu.
- A minha barriga tá a falar da gelatina!- insistiu.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Preciosidades
Como os queridos leitores já vão sabendo, o Jojó gosta bastante de comer e, às vezes come mais do que aquilo que a sua barriguinha aguenta. Numa dessas vezes acabou por vomitar.
-Eu vomitei no prato, mano!- informa ele o mano Sammy com voz de lamento. Prontamente, mas com muita calma o mano informa-lhe:
-Agora, só podes comer torradas e beber chá.
Todas as manhãs o Sammy e o Jojó vão ter à nossa cama. Estava o Jojó já lá aninhado há um bocadinho quando levanta o seu dedo indicador e põe á frente da minha cara. Eu, como é nosso hábito, toquei no seu dedito com o meu fazendo "zzzz", como se fosse um choque.
-Não, é só p`ra tirar o macaco!- informou-me ele.
Sammy: Esta estrelinha não tem uma asa!
Estava eu uma bela manhã à procura do Jojó cá em casa.
-Jojó!- chamei eu. - Aonde é que está o mano, Marcos?
-Estou escondido! Na cozinha!- informou prontamente o Jojó.
O Sammy e o Jojó a brincarem:
- Agora vou buzinar! Pi-pi! - diz o Sammy.
- Eu também vou! Piu-piu!
Sammy: Eu não gosto de fazer anos!
Jojó: Eu gosto!
Sammy: Fazer anos não é nada fácil! Eu não gosto de ser velho!
Jojó: Eu gosto!
Sammy: A areia é o cobertor do rio?"
Tanto o Jojó como o Sammy gostaram muito de um avião/aranha que o Marcos recebeu nos anos e estão sempre prontos para andar nele, especialmente o Jojó que já dizia que o padrinho Filipinho tinha dado o avião a ele.
-O mano é que fez anos, filho. Tu não fazes anos agora.
-Faço!
-Não fazes nada!
-Faço, faço!
-Quantos anos é que fazes?
(pausa)
- Muitos...
Enquanto vestia o Jojó que não queria ser vestido.
- Vá, já és um menino grande, ajuda lá a mamã.- pedi-lhe eu.
- Eu não sou menino!
-Então, és uma menina?
- Não! Sou um rapaz.- respondeu sorrindo.
A despir à noite a camisola ao Sammy, esta raspou-lhe na orelha.
- Ai, magoaste-me! Esta camisola é um prigo!
O Sammy acordou a cantar uma conhecida melodia natalícia: "A todos um pai natal! A todos um pai natal!"
-Eu vomitei no prato, mano!- informa ele o mano Sammy com voz de lamento. Prontamente, mas com muita calma o mano informa-lhe:
-Agora, só podes comer torradas e beber chá.
Todas as manhãs o Sammy e o Jojó vão ter à nossa cama. Estava o Jojó já lá aninhado há um bocadinho quando levanta o seu dedo indicador e põe á frente da minha cara. Eu, como é nosso hábito, toquei no seu dedito com o meu fazendo "zzzz", como se fosse um choque.
-Não, é só p`ra tirar o macaco!- informou-me ele.
Sammy: Esta estrelinha não tem uma asa!
Estava eu uma bela manhã à procura do Jojó cá em casa.
-Jojó!- chamei eu. - Aonde é que está o mano, Marcos?
-Estou escondido! Na cozinha!- informou prontamente o Jojó.
O Sammy e o Jojó a brincarem:
- Agora vou buzinar! Pi-pi! - diz o Sammy.
- Eu também vou! Piu-piu!
Sammy: Eu não gosto de fazer anos!
Jojó: Eu gosto!
Sammy: Fazer anos não é nada fácil! Eu não gosto de ser velho!
Jojó: Eu gosto!
Sammy: A areia é o cobertor do rio?"
Tanto o Jojó como o Sammy gostaram muito de um avião/aranha que o Marcos recebeu nos anos e estão sempre prontos para andar nele, especialmente o Jojó que já dizia que o padrinho Filipinho tinha dado o avião a ele.
-O mano é que fez anos, filho. Tu não fazes anos agora.
-Faço!
-Não fazes nada!
-Faço, faço!
-Quantos anos é que fazes?
(pausa)
- Muitos...
Enquanto vestia o Jojó que não queria ser vestido.
- Vá, já és um menino grande, ajuda lá a mamã.- pedi-lhe eu.
- Eu não sou menino!
-Então, és uma menina?
- Não! Sou um rapaz.- respondeu sorrindo.
A despir à noite a camisola ao Sammy, esta raspou-lhe na orelha.
- Ai, magoaste-me! Esta camisola é um prigo!
O Sammy acordou a cantar uma conhecida melodia natalícia: "A todos um pai natal! A todos um pai natal!"
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Mais umas tantas...
O Sammy pediu-me um chupa e perguntou-me de que era. Como já sei que é esquisito com os sabores disse-lhe que não sabia.(na verdade não tinha a certeza)
- É de quê?
- Não sei.- respondi
- É de sumo!- disse ele
- É de coca-cola, filho.- informei eu
Provou novamente e disse:
- É com gás este chupa.
Estavam os dois manos numa de implicar e "ora bato eu, ora bates tu" quando eu intervi e disse:
- "Não podes bater no mano, Sammy."
- Ele é que começou.- respondeu ele
- E tu fizeste igual.
- Ele bateu-me com a cadeira, eu bati com a mão, isso não é igual!
À hora do almoço o Sammy abriu o frigorífico e perguntou:
- Tens um gumbo? (tradução: bongo)
O Marcos não pode estar no carrinho sem o cinto, pois mexe-se tanto que acaba por escorregar. Um dia de manhã não o prendi, pu-lo no carrinho perto de mim só uns minutos enquanto preparava uma coisa na cozinha e o Sammy ficou ao pé dele. Ao fim de um bocadinho disse o Sammy para o mano:
- Cuidado , Marquinhos. Se cais, escorregas!
Estava o Sammy a cortar revistas e papel aos bocadinhos pequeninos. Perguntei-lhe o que estava a fazer.
- Estou a fazer cartões para os meus amigos!
Enquanto fazia um desenho sobre o Bom Pastor.
- Esqueci-me de fazer as ovelhas!
- Queres fazer ainda?- perguntei-lhe
- Não, as ovelhas são muito difíceis.
Ao ir para casa da tia com Jojó:
- Adeus Marquinhos! Para a próxima vemo-nos!
Já me tinha pedido para lanchar algumas vezes e eu havia pedido para esperar um bocadinho. Então fez uma abordagem diferente.
- A minha barriga tá a falar.
- Não tens fome, mamã?
- Não filho, porquê?
- Então... o mano comeu o leitinho, a tua barriga tá vazia.
O Jonatas foi buscar o Sammy ao sofá pela mão e disse:
- Vamos à escola!
E lá andaram às voltas pela sala de mão dada.
- Estou feito contigo!- disse o Sammy de repente.
O Jojó entra na cozinha de manhã e o Sammy pergunta-lhe:
- Dormiste bem, mano?
O Jojó acenou que sim.
Depois de andar a pintar com as mãos, o Sammy resolveu ir mostar à minha mãe o seu estado colorido.
- Olha para as minhas mãos!
A minha mãe fez uma careta e ele voltou satisfeito a rir.
- Eu sabia que a vovó não ía gostar.
O Sammy a sair da mesa com dificuldade.
- Ai os meus joelhos! Estou a ficar velhote!
O Sammy veio ter comigo e pediu-me o terceiro rebuçado e acrescentou:
- O rebuçado faz bem aos olhinhos!
- Porque é que não há uma mana?!- perguntou-me o Sammy subitamete.
- O quê, filho?!
- Uma mana...
- Querias ter uma mana?
- Sim. Mesmo que tenha uma mana há mais rapazes!
Estávamos nós a escrever uma carta para a madrinha quando ele diz:
- Eu queria fazer um desenho! Se a madrinha receber só nomes ela não vai ficar contente!
Enquanto brincavam na cozinha com comidas e afins.
- Eu precisava daquela colher!- diz o Sammy.
- Mas agora é o mano que a tem.- disse-lhe eu.
(O Jojó trocou com ele)
- Vês como o mano é bonito!?
O Sammy a falar com o Marcos:
- És uma mano lindo e nasceste da barriga da mamã.
- É de quê?
- Não sei.- respondi
- É de sumo!- disse ele
- É de coca-cola, filho.- informei eu
Provou novamente e disse:
- É com gás este chupa.
Estavam os dois manos numa de implicar e "ora bato eu, ora bates tu" quando eu intervi e disse:
- "Não podes bater no mano, Sammy."
- Ele é que começou.- respondeu ele
- E tu fizeste igual.
- Ele bateu-me com a cadeira, eu bati com a mão, isso não é igual!
À hora do almoço o Sammy abriu o frigorífico e perguntou:
- Tens um gumbo? (tradução: bongo)
O Marcos não pode estar no carrinho sem o cinto, pois mexe-se tanto que acaba por escorregar. Um dia de manhã não o prendi, pu-lo no carrinho perto de mim só uns minutos enquanto preparava uma coisa na cozinha e o Sammy ficou ao pé dele. Ao fim de um bocadinho disse o Sammy para o mano:
- Cuidado , Marquinhos. Se cais, escorregas!
Estava o Sammy a cortar revistas e papel aos bocadinhos pequeninos. Perguntei-lhe o que estava a fazer.
- Estou a fazer cartões para os meus amigos!
Enquanto fazia um desenho sobre o Bom Pastor.
- Esqueci-me de fazer as ovelhas!
- Queres fazer ainda?- perguntei-lhe
- Não, as ovelhas são muito difíceis.
Ao ir para casa da tia com Jojó:
- Adeus Marquinhos! Para a próxima vemo-nos!
Já me tinha pedido para lanchar algumas vezes e eu havia pedido para esperar um bocadinho. Então fez uma abordagem diferente.
- A minha barriga tá a falar.
- Não tens fome, mamã?
- Não filho, porquê?
- Então... o mano comeu o leitinho, a tua barriga tá vazia.
O Jonatas foi buscar o Sammy ao sofá pela mão e disse:
- Vamos à escola!
E lá andaram às voltas pela sala de mão dada.
- Estou feito contigo!- disse o Sammy de repente.
O Jojó entra na cozinha de manhã e o Sammy pergunta-lhe:
- Dormiste bem, mano?
O Jojó acenou que sim.
Depois de andar a pintar com as mãos, o Sammy resolveu ir mostar à minha mãe o seu estado colorido.
- Olha para as minhas mãos!
A minha mãe fez uma careta e ele voltou satisfeito a rir.
- Eu sabia que a vovó não ía gostar.
O Sammy a sair da mesa com dificuldade.
- Ai os meus joelhos! Estou a ficar velhote!
O Sammy veio ter comigo e pediu-me o terceiro rebuçado e acrescentou:
- O rebuçado faz bem aos olhinhos!
- Porque é que não há uma mana?!- perguntou-me o Sammy subitamete.
- O quê, filho?!
- Uma mana...
- Querias ter uma mana?
- Sim. Mesmo que tenha uma mana há mais rapazes!
Estávamos nós a escrever uma carta para a madrinha quando ele diz:
- Eu queria fazer um desenho! Se a madrinha receber só nomes ela não vai ficar contente!
Enquanto brincavam na cozinha com comidas e afins.
- Eu precisava daquela colher!- diz o Sammy.
- Mas agora é o mano que a tem.- disse-lhe eu.
(O Jojó trocou com ele)
- Vês como o mano é bonito!?
O Sammy a falar com o Marcos:
- És uma mano lindo e nasceste da barriga da mamã.
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