A sis dizia para o Sammy:
- Eu sou Sara Fal... fal...
- Falsa!
- Sabes o que é que quer dizer falsa?- perguntei-lhe eu.
- Sim! Falsa é hortelã!
(já agora, é Sara Falcoeiras)
No parque, o Jojo não parava de saltar e o Filipinho começou:
- Eu caio, tu cais...
- No chão!- acabou prontamente o Jojó.
Na carrinha com a tia Aninhas:
- Doi-me a barriga!- informou o Jonatas vezes sem conta.
- Então tens que ir levar uma pica. - disse-lhe a Ana
- Na minha barriga?
O Sammy para mim:
- Podes esquecer-te mamã, eu não me vou esquecer.
O Jojó a ver um livro sobre a criação, ao abrir na página que mostrava o planeta:
- A bola de Jesus...
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Frases dos mais pequenos
Ontem, ao chegar da escola, o Sammy contou-me a história que tinha ouvido: "O capuchinho vermelho". Contou com muito cuidado, detalhadamente e sempre muito expressivo, naquele jeitinho tão dele. "...Porque é qe tens as unhas tão grandes avozinha? É para te segurar bem! E a menina viu que não era a avozinha. Porque as avozinhas são simpáticas..."
O Jojó olhava com atenção para o pequeno monitor, enquanto o mano jogava um jogo no computador. De repente ouviu-se uma voz, após o Sammy ter ganho qualquer coisa, que gritou: "Urra! Urra!" O Jojó repetiu prontamente: "Burra! Burra!"
O Jojó estava a fazer um disparate qualquer e eu ía repreendê-lo:
- Ai...
- A conversa!...- continuou ele a cantar.
Explicava eu há uns tempos ao Jojó a razão de não podermos dar a palheta da viola ao Marcos.
- A palheta é muito pequena filho. Não se pode dar ao mano porque ele põe na boca e pode engolir. E depois...
- Depois eu não posso tocar!- terminou ele.
Enquanto secava o cabelo ao Sammy:
- Mamã, já está?- perguntou-me ele.
- Não.
- Mas já devia estar, é que eu já estou a sentir-me quente.
Sammy:
"Ser amigo é sermos amigos! É dar um abraço!"
O Jojó olhava com atenção para o pequeno monitor, enquanto o mano jogava um jogo no computador. De repente ouviu-se uma voz, após o Sammy ter ganho qualquer coisa, que gritou: "Urra! Urra!" O Jojó repetiu prontamente: "Burra! Burra!"
O Jojó estava a fazer um disparate qualquer e eu ía repreendê-lo:
- Ai...
- A conversa!...- continuou ele a cantar.
Explicava eu há uns tempos ao Jojó a razão de não podermos dar a palheta da viola ao Marcos.
- A palheta é muito pequena filho. Não se pode dar ao mano porque ele põe na boca e pode engolir. E depois...
- Depois eu não posso tocar!- terminou ele.
Enquanto secava o cabelo ao Sammy:
- Mamã, já está?- perguntou-me ele.
- Não.
- Mas já devia estar, é que eu já estou a sentir-me quente.
Sammy:
"Ser amigo é sermos amigos! É dar um abraço!"
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