quinta-feira, 26 de abril de 2012

mini-tambor

nasceu mais um instrumento cá em casa.




e as batidas continuam a ecoar no nosso dia a dia...

photo a day april

 [day 17: something you don't like]
* estar longe destes dois.

 [day 18: hair]
* a jogar ao "rei manda" com o Marcos. "o rei manda pôr a cabeça para baixo!"

 [day 19: orange]

 [day 21: bottle]

 [day 22: the last thing you bought]

 [day 23: vegetable]
* da horta da minha cunhada

 [day 24: music]

 [day 25: looking down]

[day 26: black + white]
* relógio que o meu pai comprou em 1978, onde em pequena aprendi a ver as horas, na parede da cozinha.
hoje, a manhã acordou a refrescar a alma... respirei fundo.

o descanso dos guerreiros...









porque o ar alentejano tem muita força. nada os tirou do chão!!!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

ternura multiplicada

Ontem nasceu o primo João Afonso. Eu e o Samuel fomos conhecê-lo.
Algo verdadeiramente mágico acontece quando um bebé nasce. O nosso olhar fica preso, as nossas mãos parecem não querer descolar mais e desejamos muito ficar por perto... apenas admirando, num deslumbramento quase inexprimível e coração amolecido. Olhar vezes sem conta as mãos pequeninas, sentir o conforto de o ter nos braços, aconchegá-lo com leveza, mas firmeza. Ficar assim... como que hipnotizados, simplesmente a olhá-lo...






Sê bem-vindo, queriducho. Primão e Sílvia, Deus vos guarde e guie a cada dia.

sábado, 21 de abril de 2012

{this moment}


uma foto sem palavras. um momento especial e único, que desejo parar no tempo e saborear.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

apenas mais um dia

"É para ti, mamã! Para pensares em nós quando estivermos na escola.", diz o Jojó dando-me a camélia.
E assim começou mais um dia, com os dois filhos mais velhos a saírem para a escola, deixando um mano ainda em pijama a acenar-lhes.
A vida acontece com o raiar de cada manhã e com o adormercer de cada dia. Estamos de tal modo envolvidos no seu ciclo, que muitas vezes não a apreciamos como era suposto. Olhar os dias simples como dádivas, que na sua vulgaridade, escondem segredos de felicidade. Momentos de brincadeira, gestos, palavras, ternura, descobertas e pequenas vitórias que trazem satisfação. Que transformam um dia vulgar, num dia extraordinário. Daqueles que desejo segurar com força, para mais tarde, num dia menos doce, conseguir recordar.
Os meninos crescem, como as sementes que lançamos à terra e vemos brotar. Um pouco a cada dia. Eu rego, estimulo, guio, semeio continuamente, arranco as ervas daninhas com cuidado. Mas até estas fazem por vezes brotar flores bonitas.

O Jónatas e o Marcos têm actualmente como brincadeira predilecta andar a correr pela casa e acabar a saltar para o sofá, em cima um do outro. Riem até não ter mais forças para o fazer. Transpiram até pingar. A roupa é renovada em ambos.
Os fantoches ganham vida nas mãos pequenas do Marcos. Mãos que têm o tamanho certo para inventar histórias mirabolantes e caminhar por mil mundos. Abrigados no mesmo cenário desfolheiam páginas de livros e lêem as histórias à sua maneira. Esta constante viagem deles entre a realidade e a imaginação faz-me sorrir. A capacidade natural incrível que as crianças têm de lidar com ambas. Invejável.

Quando o mano mais velho chega da escola, as roupas mudam-se novamente. Hora da banda "os 3 irmãos" ensaiar. O volume aumenta. O entusiasmo também. E sabe-se lá porquê a minha dor de cabeça suavisa. Palpita-me que já se habituou às fortes batidas, que fazem estremecer os alicerces da casa. Esperamos continuar a vê-la de pé.
A calmaria chega com os rabiscos no final do dia. Verdadeiras preciosidades chegarão por correio a alguns amigos. Ouvem-se os relatos das peripécias passadas na escola à volta da mesa do jantar. Abraça-se com saudade o pai que chega do trabalho.


Ler a Bíblia, agradecer. Questionar e aprofundar...
A casa está sossegada. Ainda tenho comigo uma imagem desta manhã. O Marcos, ainda de pijama, com um gorro a tapar-lhe a cara, a dizer, "ooooohhhh!",caminhando entre os manos que discutiam acerca do Jojó poder ou não jogar no recreio com os meninos do 4º ano, sem se magoar. O Marcos, totalmente alheio ao sério dilema, continuava a passar pelo meio deles, "oooohhhh!!!!"

Agora, todos dormem. As vozes, gargalhadas, choros, batidas de bolas e música alta que encheram a casa durante o dia, deram lugar a uma orquesta de respirações desencontradas, que preenchem o meu coração. Acalmam e fazem crescer a gratidão.

Pensarei em vocês, sim. Quando estiverem na escola e também quando a dormir sossegadamente. Sempre.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

novo habitante

A Anema tem um novo residente. É pachorrento, amigável e muito macio ao toque. Faz as delícias de quem o visita. As crianças aguardam a oportunidade de passearem com ele.






Ora sê bem-vindo!

[para os que me acompanham no desafio 365 dias de gratidão. depois de 1 semana de silêncio, retomei... tudo actualizado.]