quinta-feira, 13 de outubro de 2011

por aí...

Continuámos. A única certeza que tinhamos para aquele dia era que queriamos ver o pôr-do-sol na Praia das Maçãs e fotografar uma certa linha férrea pela qual tinhamos passado há algumas semanas atrás. Soube muito bem andar sem horários marcados por um dia. Sentir o vento, o sol, o mar...


Tenho uma certa fixação por caminhos de ferro, estações, comboios. Associo-as sempre a histórias, personagens originais e ricas em vivências, encontros inesperados mas cruciais, memórias, fugas, aventuras, livros, destinos, viagens, descobertas, escrita. Provavelemnte, a minha costela romântica a dar de si.
Cenário: uma linha coberta de folhas de Outono. Perfeito!
Igualmente deslumbrante, é a praia revestida com aquela luz do final de dia que parece envolver-nos, como que num abraço de despedida. Mágico!






quarta-feira, 12 de outubro de 2011

[pela beira do mar]


De Lisboa, pela linha até ao Guincho. Esta foi a primeira parte da nosso passeio não planeado. Soube bem viajar sempre com o mar do nosso lado. Ficar muitos dias sem ver mar não me faz bem. Se calhar tem algo a ver com o ter crescido sempre a olhar o rio Tejo, até aos meus 18 anos. Talvez. O facto é que o mar faz-me falta. Completa-me, de uma forma que não sei explicar.

Pelo caminho encontrámos algumas casas e palacetes abandonados. Quanta história escondida dentro de cada um...
Parámos na Boca do Inferno, em Cascais. Era um dos locais ao qual o meu pai sempre levava os missionários que ficavam em nossa casa quando eu era miúda. Na altura o nome assustava-me e muitos filmes passavam na minha cabeça enquanto por lá andava. Agora, contemplo deslumbrada.








Conhecemos um senhor que apanha estrelas do mar. O seu ofício, tirar as estrelas do oceno para morrerem, pintá-las e vende-las não me cativou, mas foi interessante ter por alguns segundos uma na mão.





A melhor surpresa avistámos no próprio mar. Muitos golfinhos no nosso horizonte a saltar. E lá fui eu relembrada da falta que uma outra objectiva para a máquina me faz. Conseguem ver um pouco à direita na foto abaixo algo na água? Pois bem, um golfinho visto ao longe é assim.
continua...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

[sábado a 2]

Com um dia de Outono cheio de traços de Verão... ou será mais acertado dizer um dia de Verão com traços de Outono? Hum... Calor, mas folhas amareladas nas árvores e muitas estendidas no chão.
O Samuel foi passar o sábado a casa dos padrinhos e foi ver a peça "Segredos da floresta". O Jónatas e o Marcos passaram o dia com os tios e os primos. A dois, eu e o Tim, fomos à aventura, um pouco sem destino. Por onde andámos? Volte amanhã para descobrir. Por agora, as coisas que adoçaram o nosso dia.
Um regresso aos anos 50 no Fifties e uma visita aos gelados Santini, que me conquistaram à primeira provadela. Verdadeiramente deliciosos!




segunda-feira, 10 de outubro de 2011

sábado, 8 de outubro de 2011

{this moment}

Uma foto [ops!...] sem palavras, capturando um momento da semana. Um simples, especial e extraordinário momento, que desejo parar, saborear e recordar.

[beijo grande, filhote.]

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

[raspberry yogurt ice cream]

 receita

ingredientes:
*500g de framboesas
*200g de iogurte natural
*125-200g de açúcar em pó [a gosto]
*2 colheres de sopa de sumo de limão
*500ml de natas

preparação:
1. Reduzir as framboesas a puré, juntamente com o iogurte e o sumo de limão. Juntar o açúcar.
2. Juntar 125ml de natas a um terço da mistura das framboesas.
3. Misturar as restantes natas  no resto da mistura.
4. Colocar a primeira mistura em formas de gelado ou copos de iogurte e levar ao congelador durante 30 minutos.
5. Retirar do congelador e colocar os paus nas formas. Colocar novamente no congelador pelo menos durante 3 a 4 horas.


[feriado refrescante]

Um dia refrescante, apesar do calor intenso.
Jogos de futebol do Samuel, encontro de família, aniversário de uma igreja amiga.
Há dias bonitos. Há dias que deviam ser maiores...