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segunda-feira, 17 de setembro de 2012


papel de carta dos anos 20, comprado numa feira de rua no Porto, numa banca com artigos vintage.
para ocasiões e pessoas especiais.

domingo, 25 de setembro de 2011

[objectos com história]


Estes dois conjuntos fazem parte da minha infância. Incrível, o poder de um simples objecto! As imagens, pessoas e momentos que ressuscitam em nós. Esta loiça antiga leva-me de volta aos bazares, lanches e jantares da igreja onde cresci. Se fechar os olhos ainda vejo a minha avó Guida e a D. Emília, ou Mimi, como eu lhe chamava em pequena, na cozinha a servirem arroz doce, rissois, pasteis de bacalhau, fatias de bolo de laranja e queques de cenoura. Ainda sinto os cheiros da comida, dos produtos feitos à mão que eram vendidos e da mobília antiga. As vozes dos amigos a conversar, a rir e das crianças a brincar acendem-se na minha mente. Em criança temos um mundo próprio que se desenrola entre o mundo dos adultos. Lembro os jogos que faziamos no salão, a selva e o lugar seguro. Depois, de vez em quando, um adulto ousava entrar na nossa selva. Que atrevimento! Então, transformavam-se num monstro ou animail feroz que tinhamos de evitar ou às vezes de combater, caso apanhássemos um adulto que ainda se lembrava de como era ser criança e conseguia entrar numa brecha do nosso mundo imaginário. Mas apenas o conseguiam por momentos. Só nós que viviamos dentro dele conseguiamos permanecer nele o tempo todo, até os pais irem embora ou a igreja fechar. Aí, saimos do túnel e regressávamos à realidade dos adultos. Nessa altura, ou quando a minha avó Guida chamava o meu nome com uma chávena de chá de limão na mão. As chávenas estão comigo desde ontem. Só não tenho as gentis mãos da minha avó para segurarem nelas. E há alturas em que me fazem tanta falta...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

quando o ritmo abranda...

Com o Jojó doente desde domingo à noite e o Marquitos também não muito bem, as noites têm sido passadas de olhos abertos. Confesso que até eu, que gosto de ficar acordada até tarde e desfrutar do silêncio que só a noite me permite ter, estou a precisar de fechar os olhos. As palavras começam a sair trocadas e o pensamento tornou-se mais lento. As histórias têm tomado conta destes dias e os planos para esta semana foram adiados. Os filhos sempre me ensinam a abrandar o ritmo... ou talvez não...






Chegou esta semana o baú vintage que comprámos num leilão. Vai ser cheio das roupas, disfarces dos miúdos. Um baú da fantasia. Eles deliraram! "Parece um baú do tesouro!", disseram.

No domingo provei finalmente macarons. Andava a adiar a prova há uns tempos, esperando melhores ares, mas eles vieram até mim. Entretanto, espero poder deliciar-me com mais alguns no sábado. Uma pequena grande delícia!

E com a chegada do Natal, não me importava mesmo nada de passar por esta loja e de fazer uma pausa aqui.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

{um novo canto}

[moldura com postal e selos pintada pela Shana, postal antigo de Lisboa, foto dos meus avós maternos de 1944, telefonia da minha vovó Guida e moldura com a foto do meu avô que também lhe pertencia.]